Nesta atividade prática, os alunos do 1º ano do Ensino Médio irão mergulhar no fascinante mundo da estrutura atômica e das ligações químicas, utilizando a metodologia Mão-na-massa. Através da construção de modelos físicos, eles irão simular as ligações químicas presentes nas substâncias essenciais para a nutrição das plantas. Esta atividade tem como cenário a horta escolar, sendo a ponte para relacionar a composição química dos fertilizantes com seu impacto no desenvolvimento vegetal. A análise será feita em especial com a ureia, um conhecido fertilizante nitrogenado, justapondo seus benefícios e potenciais malefícios relacionados à contaminação do solo e da água. O objetivo é não apenas compreender o papel vital que essas moléculas desempenham na nutrição das plantas, mas também iniciar um diálogo crítico sobre a responsabilidade ambiental e a importância do uso consciente dos fertilizantes, enraizando a discussão no contexto de desenvolvimento sustentável.
Aprender sobre a estrutura atômica e as ligações químicas é essencial para compreender os processos químicos que ocorrem ao nosso redor, inclusive na nutrição das plantas. Com esta atividade, os estudantes irão explorar esses conceitos de maneira prática e contextualizada, construindo modelos moleculares que representam as substâncias presentes nos fertilizantes. Este aprendizado visa não apenas entender a composição e o funcionamento dessas moléculas, mas também fomentar uma discussão crítica sobre o impacto ambiental do uso de fertilizantes e a importância de práticas sustentáveis na agricultura. Dessa forma, os alunos são encorajados a refletir sobre as implicações de suas ações e a importância da ciência para a solução de problemas reais, como a contaminação do solo e da água.
O conteúdo programático desta atividade abrange a descrição detalhada da estrutura atômica e suas propriedades, a exploração dos diferentes tipos de ligações químicas e a construção de modelos moleculares. Além disso, enfatiza a análise da composição dos fertilizantes e seu papel na nutrição vegetal, alinhando-se ao debate sobre uso responsável de recursos e práticas sustentáveis no manejo de solos e recursos hídricos.
A metodologia adotada engloba um ciclo de aprendizagem que começa com a sala de aula invertida, onde os alunos se familiarizam previamente com o conteúdo. Durante as aulas, atividades práticas mão-na-massa incentivam a construção de modelos moleculares. Prossegue com a roda de debate, promovendo a discussão crítica sobre as implicações do uso de fertilizantes. Este ciclo permite uma compreensão profunda dos conceitos, ao mesmo tempo que desenvolve habilidades de pensamento crítico, colaboração e comunicação.
A atividade terá duração de 1 hora, dividida em duas sessões de 50 minutos. Na primeira aula, haverá uma introdução teórica seguida pela construção dos modelos moleculares. A segunda aula será dedicada ao debate sobre o uso consciente dos fertilizantes e suas implicações ambientais. Esta estrutura visa equilibrar entre o aprendizado teórico-prático e a reflexão crítica.
A avaliação da atividade se dará de maneira formativa e somativa. Será avaliada a participação ativa dos alunos na construção dos modelos moleculares, bem como sua contribuição durante a roda de debates. A avaliação também incluirá um relatório individual ou em grupo, onde os alunos deverão discutir as implicações do uso dos fertilizantes para a nutrição das plantas e para o meio ambiente. Este relatório deverá refletir a compreensão dos alunos sobre os conceitos químicos estudados, sua capacidade de análise crítica e o desenvolvimento de propostas para práticas mais sustentáveis.
Para a realização desta atividade, serão utilizados materiais simples e acessíveis para a construção dos modelos moleculares, tais como bolas de isopor, palitos de dente ou de churrasco e etiquetas coloridas. Também serão necessários recursos digitais como vídeos e artigos para o estudo prévio dos alunos, além de espaços apropriados para a realização das discussões em grupo e a exposição das representações moleculares construídas.
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