Maratona dos Jogos Antigos

Desenvolvida por: Jardie… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Brincadeiras e Jogos

A Maratona dos Jogos Antigos é uma atividade projetada para introduzir os alunos à rica diversidade de jogos e brincadeiras que atravessam gerações. Este evento integrador busca explorar a evolução das práticas de lazer através das décadas, oferecendo uma viagem no tempo por meio de estações que representam diferentes épocas. Cada grupo de alunos vivenciará a experiência de jogos clássicos, como pular corda, bambolê e amarelinha, refletindo sobre suas transformações ao longo dos anos. O foco é promover a compreensão das influências culturais e sociais que essas atividades desempenharam em suas épocas. Além de fomentar habilidades motoras e engajamento social, esta atividade permite aos alunos compreenderem e discutirem o contexto histórico e cultural dos passatempos, analisando suas mudanças e persistências ao longo do tempo.

Objetivos de Aprendizagem

O objetivo da atividade é desenvolver nos alunos uma compreensão crítica e apreciativa das práticas culturais e históricas associadas aos jogos e brincadeiras antigas, destacando sua importância social e cultural. Os alunos serão estimulados a analisar as transformações desses jogos ao longo do tempo, considerando avanços tecnológicos e mudanças sociais. Além disso, a atividade promove a colaboração e a responsabilidade coletiva, uma vez que os alunos atuarão em grupos, desenvolvendo habilidades de liderança e negociação. A atividade está alinhada à BNCC, ao incentivar o respeito pelos sentidos e significados dos jogos nas culturas ao longo do tempo.

  • Compreender a evolução e o impacto cultural dos jogos antigos.
  • Refletir sobre as transformações sociais e culturais através das décadas.
  • Desenvolver habilidades de cooperação e liderança em grupo.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF67EF01: Experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários.
  • EF67EF02: Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos.
  • EF67EF03: Experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade abrange a análise e prática de jogos tradicionais em diferentes contextos históricos e culturais. Os alunos serão levados a explorar a funcionalidade de brincadeiras como pular corda, bambolê e jogo da amarelinha em suas formas antigas e contemporâneas. Esta comparação fornecerá insumos para discussões mais amplas sobre adaptação cultural, os efeitos das mudanças tecnológicas nos passatempos e a perseverança de certas tradições e costumes. O programa estimula o pensamento crítico e a empatia cultural, elemento central na formação de cidadãos globalmente conscientes e respeitosos.

  • História e evolução dos jogos e brincadeiras.
  • Impacto cultural e social dos passatempos.
  • Transformações tecnológicas e sociais nas atividades recreativas.

Metodologia

Esta atividade será conduzida por meio de uma abordagem prática, onde os alunos participarão ativamente de estações de jogos, promovendo um aprendizado experiencial e colaborativo. Ao final do circuito, ocorrerá uma discussão guiada para estimular a reflexão crítica e coletiva sobre as experiências vividas. A metodologia é centrada em proporcionar um ambiente inclusivo e dinâmico, onde cada aluno contribui e compartilha suas percepções e entendimentos, reforçando o engajamento e a responsabilização pela aprendizagem individual e coletiva.

  • Atividade prática em grupos.
  • Estações de jogos e brincadeiras.
  • Sessão de discussão e reflexão.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade está planejado para ser executado em uma única sessão de 50 minutos, proporcionando uma experiência dinâmica e imersiva. A aula é estruturada de forma a otimizar o tempo disponível, dividindo-o entre a prática dos jogos e a reflexão coletiva. Essa abordagem permite que os alunos participem ativamente em cada parte do processo, promovendo uma compreensão profunda e integração dos conceitos trabalhados.

  • Aula 1: Introdução aos jogos antigos, prática nas estações e discussão final.
  • Momento 1: Introdução aos Jogos Antigos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula apresentando a Maratona dos Jogos Antigos. Explique aos alunos o objetivo de explorar a riqueza cultural e histórica dos jogos e brincadeiras que fizeram parte de diferentes épocas. Utilize um breve vídeo ou apresentação de slides com imagens históricas para captar a atenção dos alunos. A importância desse momento é contextualizar a atividade e motivar os alunos, gerando interesse na prática e reflexão posterior.

    Momento 2: Prática nas Estações de Jogos (Estimativa: 30 minutos)
    Organize a turma em pequenos grupos, assegurando que cada estação de jogo (pular corda, bambolê, amarelinha) seja supervisionada para garantir segurança e participação. Oriente os alunos a se revezarem entre as estações, incentivando a cooperação e o trabalho em equipe. É importante que o professor observe e intervenha para facilitar a interação e esclarecer dúvidas sobre as regras dos jogos. Utilize essa prática para avaliar a participação, habilidade motora e cooperação em grupo dos alunos.

    Momento 3: Discussão e Reflexão Final (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna os alunos em um círculo para uma discussão coletiva sobre a experiência vivenciada nas estações. Pergunte sobre as percepções deles a respeito das diferenças e similaridades entre os jogos atuais e os jogados por outras gerações. Incentive reflexões sobre as transformações sociais e tecnológicas que influenciam essas brincadeiras. Avalie a capacidade dos alunos de refletirem criticamente e expressarem suas opiniões. Permita que cada aluno compartilhe uma nova percepção adquirida durante a atividade.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para incluir alunos com transtorno do espectro autista, garanta que as instruções sejam claras e, se necessário, repetidas individualmente. Posicione esses alunos em grupos com colegas que os apoiem e incluam, evitando mudanças bruscas e inesperadas na rotina da aula. Para alunos com deficiência intelectual, adapte as atividades para que elas sejam simples e acessíveis, oferecendo suporte contínuo e elogiando pequenos progressos para incentivar a participação. Utilize fichas visuais das regras dos jogos para facilitar a compreensão. Peça aos colegas que incentivem e ajudem mutuamente, promovendo um ambiente de respeito e inclusão.

Avaliação

A avaliação da atividade será conduzida de forma qualitativa, focando nas observações das interações dos alunos durante os jogos e nas discussões finais. O objetivo principal é avaliar a capacidade dos alunos de compreender e explicar a evolução dos jogos e suas implicações culturais e sociais. Critérios como participação, cooperação em equipe e habilidade de reflexão crítica serão levados em consideração. Um exemplo prático é o professor aplicar uma avaliação por observação durante a prática, seguido de um feedback coletivo onde cada aluno poderá expressar suas percepções da atividade, garantindo que todos possam refletir sobre as experiências de forma construtiva.

  • Observação das interações e discussões.
  • Capacidade de refletir criticamente sobre os jogos.
  • Participação e cooperação em equipe.

Materiais e ferramentas:

Os recursos para esta atividade incluem materiais simples e acessíveis, como cordas, bambolês e giz, para permitir a prática dos jogos históricos. Estes itens são fáceis de adquirir e não exigem grandes investimentos financeiros, garantindo que a atividade seja viável e sustentável. A ênfase está em utilizar recursos que incentivem a participação inclusiva e segura de todos os alunos, possibilitando uma experiência ricamente engrandecedora.

  • Cordas para pular.
  • Bambolês.
  • Giz para marcar chão (amarelinha).

Inclusão e acessibilidade

Entendemos o valor do trabalho árduo dos educadores e reconhecemos a necessidade de manter a inclusão e acessibilidade como um pilar central em nossas práticas. Recomenda-se pequenas modificações para garantir que todos os alunos possam participar plenamente. Para alunos com transtorno do espectro autista, será útil introduzir as atividades com antecedência e oferecer instruções claras e visuais sobre as etapas de cada jogo. Alunos com deficiência intelectual podem se beneficiar de um apoio extra de um colega ou auxiliar para garantir compreensão e participação nos jogos. Em ambos os casos, é vital que o ambiente de aprendizagem seja acolhedor e respeitoso, promovendo a interação positiva e oferecendo feedback encorajador. Monitorar a participação dos alunos e ajustar as estratégias conforme necessário é crucial, assim como buscar a comunicação constante com as famílias para garantir alinhamento e suporte adequados.

  • Instruções claras e apoio visual.
  • Apoio de colegas ou auxiliar.
  • Ambiente acolhedor e respeitoso.

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