Ciranda das Cores

Desenvolvida por: Nichol… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Brincadeiras e Jogos Tradicionais

Nesta atividade, os alunos do 1º ano participarão de uma roda de brincadeiras tradicionais, como ciranda, com o objetivo de explorar diferentes jogos da cultura popular. Cada criança terá a oportunidade de liderar uma brincadeira, promovendo a integração e colaboração entre os colegas. A atividade buscará desenvolver habilidades sociais, como respeito pelas diferenças e turnos de fala, além de habilidades motoras através dos movimentos envolvidos nas brincadeiras. A interação com jogos tradicionais possibilita o contato com elementos culturais regionais, incentivando o reconhecimento e valorização de práticas locais. Essa abordagem interdisciplinar contribui para a formação integral dos alunos, ligando a Educação Física a aspectos culturais e sociais presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente o objetivo EF12EF01.

Objetivos de Aprendizagem

O objetivo principal desta atividade é fomentar o desenvolvimento de habilidades sociais e motoras em concordância com a BNCC, promovendo o respeito e a colaboração entre os alunos. Através dos jogos tradicionais, busca-se o reconhecimento e a valorização de componentes culturais regionais, fortalecendo o aprendizado interdisciplinar, em que os alunos aprendem através da interação social e do movimento corporal. A proposta é estimular a percepção de respeito e as diferenças entre os colegas, enquanto cada aluno experimenta e lidera jogos de forma inclusiva e lúdica.

  • Promover a integração social através de jogos.
  • Desenvolver habilidades motoras básicas.
  • Estimular o respeito pelas diferenças entre os colegas.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF12EF01: Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas.
  • EF12EF02: Explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem.
  • EF12EF07: Experimentar, fruir e identificar diferentes elementos básicos da ginástica (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade envolve a prática de brincadeiras tradicionais que integram a cultura popular local, permitindo aos alunos desenvolver habilidades motoras e sociais ao mesmo tempo. Durante a atividade, os alunos experimentarão diferentes jogos e terão a oportunidade de liderar e explicar as regras a seus colegas, estimulando a expressão oral e corporal. A prática das brincadeiras está alinhada com os elementos de ginástica presentes na BNCC, como movimentos básicos que promovem o equilíbrio e a coordenação. Essas experiências contribuem para um maior entendimento das culturas regionais e fortalecem a consciência do valor cultural dos jogos, promovendo a diversidade e o respeito.

  • Brincadeiras tradicionais e jogos populares.
  • Habilidades motoras e sociais no contexto das brincadeiras.
  • Respeito às diferenças e valorização cultural.

Metodologia

A metodologia adotada se baseia em metodologias ativas de aprendizado lúdico e cooperativo. Durante a aula, será realizada uma roda de brincadeiras, onde cada aluno terá a chance de liderar uma atividade. Esta proposta permite o uso da abordagem ativa e participativa, essencial para a aprendizagem lúdica e significativa. Os alunos serão encorajados a expressar suas ideias e sentimentos sobre as brincadeiras, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso. Integrar essa prática com discussões e feedbacks fortalece a compreensão cultural e a cooperação entre os alunos. A flexibilidade da proposta também favorece o atendimento às diversas necessidades dos alunos, considerando suas experiências e confiando no aprendizado prático e experimental.

  • Aprendizagem cooperativa e liderada por alunos.
  • Integração de discussões e feedbacks após as atividades.
  • Promoção de um ambiente inclusivo e participativo.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma para esta atividade será distribuído em uma aula de 40 minutos. A aula expositiva permitirá a introdução das brincadeiras, seguida pela participação dos alunos na roda de jogos. Esta distribuição de tempo é propositalmente planejada para maximizar o engajamento dos estudantes e garantir que todos tenham a oportunidade de participar e liderar uma brincadeira ao longo desse período. A organização da aula em segmentos permite que os alunos se familiarizem com a prática, promovendo um espaço seguro para a aplicação das habilidades adquiridas. Esse formato, citado como aula expositiva, englobará uma introdução guiada e prática coletiva.

  • Aula 1: Introdução às brincadeiras tradicionais, participação dos alunos na roda de jogos e feedback coletivo.
  • Momento 1: Abertura e Introdução às Brincadeiras Tradicionais (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula convidando os alunos a se sentarem em círculo. Explique brevemente o significado das brincadeiras tradicionais e sua importância cultural. Use planos visuais ilustrativos para mostrar imagens de algumas brincadeiras populares, como ciranda, amarelinha, e pular corda. Permita que os alunos façam perguntas e compartilhem suas experiências com essas ou outras brincadeiras. É essencial que você mantenha um tom entusiasmado e acolhedor, incentivando a participação.

    Momento 2: Participação Ativa na Roda de Jogos (Estimativa: 20 minutos)
    Organize os alunos em uma roda para brincar de ciranda. Escolha uma música tradicional para começar e peça que uma criança inicie a liderança da brincadeira. A cada intervalo de 2-3 minutos, troque o líder, permitindo que cada aluno tenha a oportunidade de guiar a atividade. Observe se os alunos estão respeitando seu turno e colaborando entre si. Caso perceba que alguma criança está retraída, incentive-a gentilmente a participar, sempre respeitando seu tempo. Dê atenção às habilidades motoras durante a execução dos movimentos, garantindo que todos estejam seguros e se movendo adequadamente.

    Momento 3: Feedback e Discussão Coletiva (Estimativa: 10 minutos)
    Após as brincadeiras, reúna os alunos novamente em círculo para uma reflexão. Pergunte o que eles acharam da atividade e como se sentiram ao liderar e participar da roda. Incentive-os a compartilhar o que aprenderam sobre as brincadeiras e uns sobre os outros. Ofereça feedback construtivo, destacando a importância do trabalho em equipe e do respeito entre os colegas. Conclua com uma breve discussão sobre as habilidades motoras exercitadas e como elas se relacionam com outras atividades diárias.); Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Embora não haja condições ou deficiências específicas relatadas na turma, é sempre prudente adotar práticas inclusivas gerais. Procure usar uma linguagem clara e acessível, adaptando a complexidade das instruções para garantir que todos os alunos compreendam. Se perceber que alguma criança demonstra dificuldade em algum movimento, forneça apoio físico leve, como segurar suas mãos para guiá-la. Incentive os alunos a ajudarem uns aos outros, promovendo um espírito de cooperação e empatia. Mantenha-se atento às reações das crianças, disponibilizando um espaço seguro para que qualquer aluno possa expressar desconforto e ajustando o ambiente conforme necessário para garantir a inclusão de todos.

Avaliação

A avaliação nesta atividade se dará através da observação direta e do feedback formativo. O objetivo é avaliar o progresso nas habilidades sociais, motoras e cognitivas dos alunos como participantes ativos nas brincadeiras. Os critérios de avaliação incluem a participação dos alunos nas atividades, sua capacidade de seguir instruções, colaborar com outros e expressar sentimentos e ideias sobre as brincadeiras. Um exemplo prático é a observação de como cada aluno se comporta ao liderar uma atividade e ao cumprir suas regras. O feedback será proporcionado de maneira construtiva, garantindo que as crianças tenham espaço para expressar experiências vividas e desenvolverem sua autoestima. Adaptações nos critérios poderão ser feitas para atender às necessidades individuais dos alunos, oferecendo feedback específico e relevante.

  • Observação direta durante as atividades.
  • Feedback formativo e construtivo para cada aluno.
  • Adaptação dos critérios avaliativos, se necessário.

Materiais e ferramentas:

Os recursos utilizados nesta atividade serão simples e acessíveis, consistindo principalmente de objetos de uso comum nas brincadeiras tradicionais, como bolas, cordas e arcos. Para enriquecer o aprendizado, planos visuais que explicam as regras dos jogos também serão usados, reforçando a compreensão. O foco será em materiais que os alunos estejam familiarizados, promovendo um ambiente acessível e facilitador do aprendizado. Essenciais são aspectos de baixo custo e alta interação, permitindo fácil replicação e adaptação de acordo com o espaço disponível na escola ou em atividades futuras.

  • Bolas, cordas e arcos para brincadeiras.
  • Planos visuais ilustrativos.
  • Espaço aberto ou quadra escolar para as atividades.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que a realidade do professor é repleta de desafios, e proporcionar inclusão e acessibilidade, mesmo sem condições específicas e deficiências entre os alunos, é essencial para garantir uma educação equitativa a todos. Nesta atividade, destaque será dado para a utilização de um ambiente acolhedor, onde as diferenças são respeitadas, e todos os estudantes são incentivados a participar plenamente. Estruturas de participação poderão ser ajustadas conforme necessário para garantir que cada aluno se sinta motivado e valorizado na atividade, evitando a sobrecarga de materiais adicionais. A personalização nas interações e feedbacks é o centro para uma abordagem inclusiva, permitindo que cada aluno tenha sua experiência individual reconhecida e celebrada. Monitorar o envolvimento e promover a autoexpressão são abordagens que fortalecerão a sensação de inclusão e pertencimento entre os alunos. Trabalho em parceria com as famílias também pode ser considerado para reforçar as experiências vividas pelos alunos em seus contextos individuais, respeitando sua diversidade e especificidades.

  • Utilização de um ambiente acolhedor e respeitoso.
  • Adaptação das atividades para participação plena.
  • Personalização de interações e feedbacks.
  • Parceria com famílias para reforço contextual.

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