A Química do Dia a Dia

Desenvolvida por: Guilhe… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Ciências
Temática: Matéria e Energia

A atividade A Química do Dia a Dia é projetada para integrar conceitos de química em atividades cotidianas que os alunos do 9º ano vivenciam em suas rotinas. Na primeira aula, o foco será uma aula expositiva sobre como transformações químicas são parte do cotidiano, especificamente em processos como cozinhar e limpar. A segunda aula também será expositiva e aprofundará a importância da proporção de reagentes e produtos nessas reações cotidianas. A terceira aula envolverá uma atividade prática, onde os alunos realizarão experimentos simples para medir e comparar as massas dos reagentes e produtos, aplicando conceitos teóricos aprendidos anteriormente. Essa avaliação prática reforçará a aprendizagem baseada em problemas, promovendo uma compreensão mais profunda e contextualizada do tema. A atividade visa assegurar o desenvolvimento de habilidades específicas conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente no que diz respeito ao domínio de conceitos químicos básicos e sua aplicação em situações reais, sendo uma forma de conectar a ciência com o contexto diário dos alunos.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade visam desenvolver nos alunos a capacidade de identificar e compreender as transformações químicas envolvidas em processos cotidianos. A atividade busca tirar proveito do contato direto com essas experiências, permitindo que os alunos construam uma compreensão profunda e contextualizada da química através de exemplos do mundo real. A abordagem utilizada favorece a aprendizagem significativa, engajando os alunos não apenas por meio do conteúdo teórico, mas também através de experimentos práticos que promovem o protagonismo estudantil. Almeja-se que, ao final da atividade, os alunos sejam capazes de avaliar criticamente as informações apresentadas, relacionando teorias científicas com aplicações práticas e elucidando a importância dessas transformações no dia a dia.

  • Identificar as transformações químicas em atividades cotidianas.
  • Compreender a importância das proporções de reagentes e produtos nas reações químicas do cotidiano.
  • Aplicar conceitos teóricos em experimentos práticos para medir a relação entre as massas de reagentes e produtos.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF09CI02: Comparar quantidades de reagentes e produtos envolvidos em transformações químicas, estabelecendo a proporção entre as suas massas.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade está elaborado para oferecer aos alunos um entendimento abrangente da relação entre transformação química e processos diários. Começando com uma introdução teórica sobre o que são transformações químicas, a atividade avança para a explicação de como esses processos são fundamentais em ações cotidianas, como cozinhar e limpar. Este plano também visa ensinar os alunos a importância das proporções químicas através de uma exploração detalhada da relação entre reagentes e produtos. Finalmente, a prática experimental serve como base para consolidar o conhecimento adquirido, permitindo que os alunos comparem e analisem massas de substâncias em transformações químicas reais, aplicando diretamente o que aprenderam nas aulas teóricas.

  • Introdução às transformações químicas e suas ocorrências cotidianas.
  • Impacto e importância das proporções de reagentes e produtos.
  • Prática experimental: medição e comparação de massas em reações químicas.

Metodologia

A metodologia aplicada neste plano de aula envolve uma combinação de métodos expositivos e práticos, focando em proporcionar uma experiência de aprendizagem rica e abrangente. As duas primeiras aulas são fundamentadas em metodologias expositivas, onde o professor atuará como facilitador do conhecimento, introduzindo conceitos fundamentais da química de forma didática e relacionando-os com a prática diária dos estudantes. Este tipo de abordagem foi selecionado por promover a assimilação inicial dos conceitos essenciais. A terceira aula traz uma perspectiva prática com a atividade mão-na-massa\

  • Aula expositiva sobre transformações químicas diárias.
  • Aula expositiva sobre proporções químicas e reagentes.
  • Atividade prática 'mão-na-massa' para experimentação e comparação de massas.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade está estruturado em três aulas de 50 minutos cada, garantindo tempo adequado para cada etapa do processo de ensino-aprendizagem. A primeira aula é dedicada à introdução teórica sobre transformações químicas presentes no dia a dia, crucial para estabelecer o contexto da atividade. A segunda aula continua no formato expositivo, abordando a importância das proporções entre reagentes e produtos, fornecendo um entendimento mais aprofundado e preparando os alunos para a atividade prática. A terceira aula é inteiramente dedicada à experimentação prática, permitindo que os alunos apliquem os conceitos discutidos previamente, comparando massas de reagentes e produtos e assim consolidando o aprendizado. Esta estrutura de cronograma assegura que os alunos tenham tempo suficiente para explorar, discutir e assimilar cada etapa do processo.

  • Aula 1: Introdução às transformações químicas no cotidiano.
  • Momento 1: Introdução ao Tema (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula dando as boas-vindas aos alunos e introduza o tema Transformações Químicas no Cotidiano. Explique brevemente o papel fundamental da química nas atividades diárias, como cozinhar, limpar e outros processos. É importante que você contextualize essas atividades dentro da rotina dos alunos para maior engajamento. Pergunte aos alunos se eles conseguem identificar alguma transformação química que testemunharam recentemente. Incentive todas as respostas e crie uma lista no quadro.

    Momento 2: Aula Expositiva Dialogada (Estimativa: 20 minutos)
    Utilize uma apresentação digital interativa para conduzir uma aula explanatória sobre conceitos básicos de transformações químicas e suas ocorrências. Destaque a diferença entre transformações físicas e químicas, ilustrando com exemplos como a fermentação do pão e a oxidação do ferro. Durante a apresentação, faça pausas para permitir que os alunos façam perguntas. Encoraje-os a participar ativamente, ligando o conteúdo com suas experiências pessoais. Observe se todos estão acompanhando e faça intervenções se necessário para isso.

    Momento 3: Atividade em Grupo (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em pequenos grupos e distribua fichas com diferentes atividades diárias. Cada grupo deve discutir e determinar se a atividade representa uma transformação química ou física. Após a discussão, cada grupo deverá apresentar suas conclusões à classe. Este é um momento de avaliação formativa onde você pode observar se identificam corretamente as características das transformações químicas. Ajude com perguntas direcionadas, se necessário.

    Momento 4: Encerramento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula revisando rapidamente os conceitos discutidos. Pergunte aos alunos o que aprenderam de novo e como isso muda a percepção deles sobre as transformações químicas em suas rotinas. Incentive-os a continuar observando e questionando como a química se manifesta em suas vidas. Sugira que mantenham um diário anotando suas observações, o que será útil para as próximas aulas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Embora não existam condições ou deficiências específicas identificadas, é sempre benéfico adotar estratégias inclusivas. Use várias formas de mídia nas apresentações digitais para atender a diferentes estilos de aprendizagem (visual, auditivo). Se houver alunos tímidos, permita que contribuam de forma escrita para assegurar sua participação. Para alunos que possam ter dificuldade em seguir visualmente ou auditivamente, reforce as instruções e conceitos importantes oralmente e por escrito no quadro.

  • Aula 2: Proporções de reagentes e produtos nas reações químicas.
  • Momento 1: Revisão e Introdução ao Conceito de Proporções Químicas (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula revisando brevemente o conteúdo abordado na aula anterior sobre transformações químicas. Contextualize a nova aula explicando que o foco será entender como as proporções entre reagentes e produtos são importantes nesses processos. Use exemplos simples do cotidiano, como uma receita culinária que exige proporções específicas de ingredientes. Estimule os alunos a pensar como quantidades exatas são críticas para obter o resultado desejado.

    Momento 2: Aula Expositiva Dialogada sobre Proporções (Estimativa: 20 minutos)
    Utilize uma apresentação digital interativa para detalhar o conceito de proporções químicas, trazendo exemplos de reações comuns, como a neutralização entre um ácido e uma base. Explique o conceito de reagentes em excesso e limitantes. Durante a apresentação, faça pausas para perguntas e assegure-se de que os alunos estão conectando os conceitos à prática. Encoraje o diálogo e relacione os conceitos com situações práticas que eles podem ter vivenciado.

    Momento 3: Atividade Prática em Duplas (Estimativa: 15 minutos)
    Proponha uma atividade prática onde cada dupla deverá calcular proporções utilizando uma ficha com diferentes reações químicas. Disponibilize balões de reação simulada em ambientes controlados para que visualizem as proporções de reagentes e produtos. Observe as duplas e ofereça suporte às dificuldades. Use questões diretas para orientá-los na determinação correta das proporções químicas, corrigindo eventuais mal-entendidos em tempo real.

    Momento 4: Reflexão e Fechamento (Estimativa: 5 minutos)
    Conclua a aula revisando brevemente os principais conceitos trabalhados e pergunte aos alunos o que mais os surpreendeu sobre proporções químicas. Incentive-os a compartilhar como esse conhecimento pode ser útil para evitar desperdícios em atividades cotidianas. Proponha que, como tarefa de casa, observem um processo cotidiano envolvendo química e reflitam sobre a importância das proporções naquele contexto.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Mesmo não havendo condições ou deficiências específicas na turma, é fundamental garantir a inclusão através de materiais de apoio diversificados, como apresentações visuais atrativas e textos adaptados. Permita que alunos mais introvertidos participem por meio de contribuições escritas ou discussões em pares antes de compartilhar com o grupo maior. Para aqueles com dificuldades, ofereça exemplos práticos adicionais e um resumo escrito dos conceitos mais importantes. Mantenha um ambiente acolhedor, onde todos se sintam à vontade para participar e perguntar.

  • Aula 3: Experimentos práticos para medição de massas.
  • Momento 1: Início e Preparação dos Experimentos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula dando as boas-vindas e revisando brevemente os conceitos discutidos nas aulas anteriores sobre transformações químicas e proporções. Explique que hoje os alunos participarão de experimentos práticos para medir as massas de reagentes e produtos. É fundamental que todos sigam as instruções de segurança: use luvas e óculos de proteção. Distribua o material necessário para o experimento: béqueres, balanças e reagentes comuns.

    Momento 2: Execução do Experimento (Estimativa: 25 minutos)
    Oriente os alunos a formarem duplas e a lerem as instruções da atividade prática. Eles deverão medir e registrar as massas dos reagentes antes e depois da reação. Proponha que expliquem o procedimento e o raciocínio por trás de cada etapa. Circule entre as duplas, observando e oferecendo suporte, assegurando que todos estão envolvidos. Faça intervenções breves para ajustar procedimentos, caso necessário. Observe indicadores como organização, precisão nas medições e capacidade de trabalhar em equipe.

    Momento 3: Discussão dos Resultados e Reflexão (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna a turma para uma discussão coletiva sobre os resultados dos experimentos. Incentive os alunos a compartilhar suas observações: houve diferença de massa? Por que isso pode ter acontecido? Relacione os resultados com conceitos teóricos de conservação de massa. Promova um ambiente de troca, fazendo perguntas provocativas que incentivem a reflexão crítica e a aplicação do conhecimento adquirido durante a aula.

    Momento 4: Encerramento e Avaliação Conjunta (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula revisando os principais aprendizados. Peça para que as duplas façam uma autoavaliação de sua participação e contribuição. Ofereça feedback sobre o que observou de destaque ou pontos a melhorar. Assinale a importância dos experimentos para a compreensão das reações químicas no cotidiano e motivar que os alunos identifiquem exemplos fora da sala de aula.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Mantenha a acessibilidade e a inclusão utilizando materiais visuais ricos e adaptações textuais para as instruções do experimento. Para alunos que tenham dificuldade com a leitura ou interpretação das instruções, forneça explicações orais detalhadas. Proponha que alunos mais tímidos registrem suas observações por escrito para depois compartilharem com o grupo. Promova um ambiente seguro e respeitoso onde os alunos possam compartilhar suas dúvidas e percepções sem medo de julgamento.

Avaliação

A avaliação desta atividade será diversificada e alinhada aos objetivos de aprendizagem, oferecendo múltiplas abordagens para melhor captar o desenvolvimento dos alunos. Uma das metodologias sugeridas é a avaliação formativa, que envolverá observações contínuas do engajamento dos alunos nas discussões e durante a prática experimental. O objetivo é verificar a compreensão dos conceitos ao longo do processo. Critérios como participação, entendimento das proporções químicas e aplicação prática dos conceitos serão observados. Um exemplo prático seria o uso de rubricas para avaliar os procedimentos experimentais realizados pelos alunos em grupos. Outras opções incluem autoavaliações e feedbacks em pares, promovendo a reflexão sobre o aprendizado individual. Além disso, atividades escritas poderão ser aplicadas para medir a capacidade dos alunos de descrever e analisar transformações químicas do cotidiano. Estrategicamente, o feedback será uma ferramenta valiosa para apoiar o aprendizado contínuo, destacando-se o uso de feedbacks construtivos que incentivem o progresso. É essencial que os instrumentos de avaliação sejam adaptáveis, garantindo inclusão e considerando a diversidade da turma.

  • Avaliação formativa e observação contínua de engajamento.
  • Uso de rubricas para avaliação de procedimentos experimentais.
  • Autoavaliações e feedbacks em pares.

Materiais e ferramentas:

Os recursos selecionados para esta atividade visam enriquecer o processo de aprendizagem, promovendo a compreensão tanto teórica quanto prática dos conceitos abordados. A utilização de tecnologias educacionais como apresentações digitais interativas para as aulas expositivas possibilita maior engajamento dos alunos, oferecendo uma interface visual clara para a explicação dos conceitos de química. Para a aula prática, são necessários materiais experimentais básicos, como béqueres, balanças e reagentes comuns, proporcionando aos alunos a oportunidade de interagir diretamente com os materiais e conceitos discutidos. Além disso, é importante considerar a disponibilidade de materiais de segurança, como luvas e óculos, para garantir um ambiente seguro durante os experimentos. Estes recursos, integrados de forma assertiva na metodologia, são fundamentais para uma aprendizagem eficaz e prática das transformações químicas no dia a dia.

  • Apresentações digitais interativas para aulas expositivas.
  • Materiais experimentais: béqueres, balanças, reagentes comuns.
  • Materiais de segurança: luvas e óculos.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos o quão desafiador pode ser garantir a inclusão de todos os alunos em atividade, especialmente no contexto de sobrecarga de trabalho do professor. No entanto, é crucial garantir que a atividade seja acessível e inclusiva. Uma estratégia eficaz é adaptar as apresentações digitais com cores contrastantes e fontes legíveis, facilitando a compreensão de alunos com necessidades visuais ou de atenção. Para garantir a equidade no aprendizado prático, pode-se promover o trabalho em grupos diversificados, onde alunos com diferentes habilidades possam colaborar mutuamente, garantindo que cada uma tenha a chance de contribuir e aprender no seu ritmo individualizado. Durante as práticas experimentais, oferecer suporte adicional como instruções, verbalizações pausadas ou repetidas, pode ser essencial para alunos que necessitam de um ritmo diferenciado de compreensão. O uso de diversas formas de comunicação, como escrita, oral e visual, pode ajudar a incluir alunos com diferentes estilos de aprendizagem. Além disso, a promoção de um ambiente de sala de aula onde os alunos se sintam à vontade para expressar suas dificuldades e pedir apoio é uma peça-chave na criação de um espaço realmente inclusivo e respeitoso.

  • Adaptação de recursos visuais com alto contraste.
  • Trabalho em grupos diversificados para aprendizagem colaborativa.
  • Suporte adicional com instruções pausadas ou repetidas.

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