Nesta atividade prática, os alunos usarão os sentidos para distinguir entre seres vivos e não vivos. Serão organizadas estações com diferentes itens, como pedras, folhas, pequenos animais de plástico e flores. Os alunos visitarão cada estação em grupos e usarão a visão, o toque, o olfato e a audição para explorar os itens. Após a exploração, cada grupo compartilhará suas descobertas, incentivando a comunicação e a interação social, além de estimular o pensamento crítico ao compreender as características dos objetos e seres apresentados. A atividade visa promover tanto o desenvolvimento cognitivo dos alunos ao lidar com conceitos científicos básicos quanto as habilidades sociais, ao promover a cooperação e a comunicação entre os pares. Com a interação dos alunos em estações variadas, eles poderão aplicar seus conhecimentos de forma prática e identificar diferenças e semelhanças de maneira lúdica e interativa. A atividade foi cuidadosamente desenhada para atender às necessidades específicas dos alunos, levando em consideração aqueles que possuem TDAH e Transtornos do Espectro Autista, fornecendo um ambiente acolhedor e adaptado para uma experiência de aprendizagem inclusiva.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade focam em permitir que os alunos desenvolvam habilidades essenciais para o nível escolar em que se encontram. Eles são encorajados a distinguir entre seres vivos e não vivos através de experiências sensoriais, usando a observação como ferramenta principal. Além disso, busca-se que os alunos aprimorem suas capacidades de comunicação ao compartilhar suas observações em grupos, promovendo competências sociais e o desenvolvimento do pensamento crítico na avaliação de diferentes características dos objetos. A atividade suporta fortemente a pedagogia interativa essencial para o envolvimento de estudantes de 7 a 8 anos, permitindo-lhes aprender de forma prática e significativa.
O conteúdo programático da atividade abrange a introdução aos conceitos básicos de seres vivos e não vivos. Os alunos serão introduzidos à observação detalhada desses conceitos ao explorar e comparar vários itens, distinguindo especificidades e características destas categorias. Serão incentivados a realizar descrições e a participar de discussões em grupo, reforçando as habilidades de categorização e identificação de padrões entre os objetos observados. A prática das atividades sensoriais permitirá uma fixação mais eficaz dos conteúdos e um entendimento mais profundo das diferenças entre os seres vivos e os objetos inanimados.
A metodologia aplicada nesta atividade privilegia o aprendizado interativo e prático, utilizando uma abordagem pensada para engajar os alunos através do uso dos sentidos. As atividades serão realizadas em estações que estimulam os alunos a explorarem e interagirem com diferentes tipos de objetos, tanto vivos quanto não vivos. Essa prática de ensino prioriza a descoberta e a curiosidade natural das crianças, permitindo que elas aprendam por meio de experiências diretas. Além disso, o trabalho em grupo possibilita que os alunos desenvolvam suas habilidades de comunicação e cooperação, o que é essencial para suas interações sociais. As sessões de compartilhamento de descobertas promovem o protagonismo estudantil, já que os alunos são encorajados a expressar suas ideias e insights diante dos colegas.
O cronograma da atividade é planejado para ser executado em duas aulas de 60 minutos cada, permitindo que os alunos explorem os conceitos através de abordagens práticas e teóricas. Durante a primeira aula, os alunos serão divididos em grupos e participarão das estações de exploração sensorial, onde terão a oportunidade de interagir ativamente com os itens dispostos. Na segunda aula, os alunos irão socializar suas descobertas e conclusões, participando ativamente em discussões moderadas pelo professor. Este tempo também será utilizado para reforçar conceitos que ainda necessiten de mais atenção por parte dos alunos.
Momento 1: Introdução à Atividade (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula explicando aos alunos que eles irão participar de uma atividade diferente, chamada 'O Jogo dos Sentidos', onde utilizarão os sentidos para explorar itens e identificar características de seres vivos e não vivos. Explique a importância de usar cada sentido durante a atividade e reforce as regras de segurança e respeito em cada estação. Permita que os alunos façam perguntas e certifique-se de que todos entenderam as instruções antes de prosseguir.
Momento 2: Exploração das Estações Sensoriais (Estimativa: 30 minutos)
Divida a turma em pequenos grupos e distribua as fichas de observação. Oriente os alunos a percorrer as diferentes estações sensoriais, onde eles poderão tocar, cheirar e até ouvir alguns dos itens dispostos. Peça que anotem suas observações nas fichas fornecidas. Observe se estão usando os sentidos conforme instruído e interfira apenas quando necessário para reorientar ou incentivar um aluno menos engajado. Avalie a participação ativa, cooperação entre os colegas e a qualidade das observações feitas.
Momento 3: Reflexão e Registro (Estimativa: 10 minutos)
Após a exploração, reúna os alunos em seus grupos e solicite que discutam brevemente suas impressões sobre os itens e quais sentidos foram mais úteis para distinguir os objetos. Permita que cada grupo compartilhe rapidamente uma descoberta. Incentive a escuta atenta e respeito nas apresentações dos colegas. Avalie a capacidade de cada grupo em articular suas descobertas e interagir de forma respeitosa.
Momento 4: Guardando os Materiais e Conclusão (Estimativa: 10 minutos)
Peça que os alunos ajudem a organizar os materiais, recolhendo fichas de observação e os itens utilizados nas estações. Em seguida, finalize a sessão reiterando o aprendizado sobre seres vivos e não vivos por meio dos sentidos, e destacando a importância do trabalho em equipe.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, divida a atividade em etapas menores e ofereça feedback positivo frequente. Para alunos no espectro autista, forneça instruções claras e visuais das estações e assegure-se de que sintam-se confortáveis com as sensações propostas. Ofereça um roteiro visual ou escrito para seguirem durante as atividades, isso pode proporcionar segurança e clareza. Esteja sempre atento a signos de desconforto ou sobrecarga sensorial e permita pausas, se necessário. A paciência e acolhimento do professor são fundamentais neste processo, e ajustes simples podem fazer grande diferença para todos os alunos.
Momento 1: Revisão das Descobertas (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula pedindo aos alunos que revisem suas fichas de observação da aula anterior. É importante que os alunos relembrem as descobertas feitas e as impressões anotadas. Permita que as crianças se expressem livremente, mas mantenha o foco nas observações principais sobre os seres vivos e não vivos, e nas experiências sensoriais vividas. Observe se todos conseguem recordar os momentos-chave e auxilie aqueles que tiverem dificuldade em lembrar, utilizando exemplos práticos.
Momento 2: Discussão em Grupo (Estimativa: 20 minutos)
Divida os alunos nos mesmos grupos da aula anterior e peça que compartilhem entre si suas observações e percepções. Oriente cada grupo a selecionar uma ou duas descobertas que consideraram mais interessantes ou surpreendentes para apresentar à turma. Incentive a cooperação e o respeito pela fala do colega, ressaltando habilidades de escuta ativa e respeito. Perceba se há alunos que necessitam de suporte extra para participar e forneça intervenções pontuais para garantir que todos tenham voz na discussão.
Momento 3: Apresentação das Descobertas (Estimativa: 20 minutos)
Convide cada grupo a compartilhar suas principais descobertas com o restante da turma. Ofereça cartazes ou lousa para ilustrar os pontos discutidos, se desejarem. Avalie a capacidade de comunicação e a clareza na apresentação das ideias. Promova um ambiente de feedback construtivo, onde os outros alunos possam fazer perguntas ou comentários sobre as apresentações. Interfira positivamente para mediar eventuais desacordos ou inseguranças.
Momento 4: Reflexão e Encerramento (Estimativa: 10 minutos)
Conclua a aula retomando os conceitos trabalhados e destacando a importância da cooperação e da comunicação durante as atividades. Incentive os alunos a refletirem sobre como os sentidos podem auxiliar em diversas descobertas e aprendizagens. Permita que compartilhem algo que aprenderam sobre si mesmos durante essa experiência. Solicite uma breve reflexão escrita sobre o que mais gostaram na atividade e quais desafios enfrentaram, como forma de autoavaliação.
Estratégias de inclusão e acessibilidade:
Para alunos com TDAH, distribua avisos assertivos durante a aula, mantendo um nível de energia consistente que evite a falta de atenção. Reforce positivamente pequenas conquistas ao longo das atividades. Para alunos com TEA, forneça indicações visuais das discussões e apresentações, como ícones ou palavras-chave no quadro. Para os alunos que demandam mais suporte, ofereça tempo extra para a reflexão e expressão de suas ideias. E não se esqueça de criar um espaço seguro, onde possam participar sem pressões excessivas, usando pausas quando necessário. O modelo visual e descrito das aulas pode ajudar esses alunos a se sentirem mais ancorados e confortáveis.
A avaliação focará tanto no processo quanto no produto do aprendizado. Serão adotadas múltiplas abordagens para avaliar o progresso dos alunos, considerando suas interações, contribuições e envolvimento ao longo das aulas. Primeiramente, a observação direta pelo professor permitirá avaliar o trabalho em grupo, focando em habilidades sociais e a cooperação das crianças. Paralelamente, cada grupo apresentará suas observações e conclusões, o que permitirá avaliar o desenvolvimento do pensamento crítico e da comunicação. Finalmente, reflexões individuais escritas servirão como complemento para compreender como cada aluno se apropriou dos conceitos. Metodologias inclusivas e adaptativas serão sempre priorizadas, ajustando-se os critérios de acordo com as necessidades individuais dos alunos.
Os materiais necessários para a realização das atividades foram escolhidos de modo a promover um ambiente de aprendizado prático e inclusivo. Esses recursos devem incentivar a participação ativa de todos os alunos, permitindo o uso de diferentes sentidos para explorar e identificar as características dos itens. Além disso, todos os materiais foram pensados para serem facilmente acessíveis e seguros para o manuseio das crianças, evitando onerar financeiramente e respeitando as condições específicas da turma.
Entendemos os desafios enfrentados pelos professores em salas inclusivas e, por isso, buscamos oferecer estratégias práticas que possam ser integradas ao plano de aula sem sobrecarregar o educador. Para alunos com TDAH, recomenda-se o uso de estruturas claras e previsíveis durante as atividades, como regras simples e repetitivas para cada estação. No caso de alunos com TEA nível 1 e 2, a implementação de sinalização visual pode ajudar na compreensão das atividades, além de oferecer momentos de pausa para reduzir ansiedades. Uma comunicação direta e simples, aliada a recursos visuais como pictogramas, também é fundamental para apoiar a compreensão dos alunos com necessidades de suporte na comunicação.
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