Nesta oficina prática, os alunos revisitarão e proporão novos nomes para organismos históricos cuja nomenclatura é considerada racista ou culturalmente insensível. A atividade envolve pesquisa sobre a origem dos nomes, discussão em grupos e a apresentação de propostas de rebatismo com justificativas. Os alunos desenvolverão habilidades de pesquisa, comunicação oral e escrita, além de engajarem em reflexões sobre inclusão e justiça social na ciência. A atividade também promove o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia e respeito à diversidade cultural. Os alunos serão incentivados a usar tecnologias digitais para ampliar suas pesquisas e expressar suas ideias de forma criativa e responsável.
O objetivo da atividade é desenvolver habilidades relacionadas à pesquisa científica, análise crítica e comunicação eficaz. Os alunos irão analisar criticamente a nomenclatura científica tradicional, identificando termos potencialmente ofensivos ou ultrapassados. Também serão capazes de discutir e propor alternativas que respeitem a diversidade cultural e social. A atividade visa, ainda, promover o protagonismo estudantil através do engajamento em um projeto real e interdisciplinar, alinhando-se às diretrizes da BNCC para o ensino médio.
O conteúdo programático desta atividade abrange a revisão crítica da nomenclatura científica, explorando as origens culturais e históricas dos nomes dados aos organismos. Os alunos terão a oportunidade de exercitar conceitos de bioética, diversidade e inclusão. Além disso, o conteúdo promove a interdisciplinaridade ao conectar biologia com estudos sociais e culturais. A utilização de exemplos históricos reais permite que os alunos compreendam a evolução da ciência e as influências culturais nas práticas científicas.
A metodologia aplicada nesta oficina de rebatismo científico valoriza o ensino ativo e participativo. Os alunos serão divididos em grupos para realizar pesquisas sobre a origem dos nomes científicos e discutir em plenário sobre alternativas mais inclusivas. As discussões em grupo fomentarão a troca de ideias e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia e colaboração. A apresentação dos resultados permitirá que os alunos pratiquem a oratória e apresentem suas propostas para a turma, recebendo feedback construtivo de colegas e do professor.
A oficina será realizada em uma única aula de 60 minutos. No primeiro momento, os alunos serão introduzidos ao tema e formados os grupos para pesquisa. Na sequência, será dada orientação sobre o uso de ferramentas digitais para auxiliar na investigação. Após 30 minutos de pesquisa e discussão em grupo, os alunos apresentarão suas propostas de rebatismo. O fechamento envolverá uma reflexão sobre o impacto das nomenclaturas científicas na inclusão social.
Momento 1: Introdução à Oficina de Rebatismo Científico (Estimativa: 10 minutos)
Inicie a aula apresentando o tema da oficina. Explique o objetivo da atividade e discuta a importância da revisão crítica da nomenclatura científica no contexto de inclusão e justiça social. É importante que os alunos compreendam como nomes podem perpetuar injustiças culturais. Utilize textos ou imagens de exemplos históricos para ilustrar o ponto. Verifique se os alunos compreenderam o propósito da aula.
Momento 2: Formação de Grupos e Distribuição de Tarefas (Estimativa: 10 minutos)
Organize os alunos em grupos de 4 ou 5 participantes. Pode ser útil dar aos grupos nomes de cientistas influentes para inspirar o trabalho. Cada grupo deve escolher uma função específica, como pesquisador principal, redator, apresentador ou mediador. Incentive a participação de todos, assegurando que os alunos se sintam à vontade ao discutir o tema.
Momento 3: Pesquisa Orientada (Estimativa: 20 minutos)
Permita que os alunos utilizem computadores ou tablets para pesquisar a origem cultural e histórica de nomes científicos que possuem conotações racistas ou culturalmente insensíveis. Forneça alguns sites confiáveis como ponto de partida. Circule entre os grupos para auxiliar, incentivando perguntas e discussões. Observe se os grupos estão utilizando bem o tempo e se mantêm foco no tema.
Momento 4: Elaboração das Propostas (Estimativa: 15 minutos)
Incentive os alunos a, em conjunto, elaborar propostas de novos nomes baseados em critérios de inclusão e respeito cultural. Cada grupo deve preparar uma breve justificativa escrita e oral para suas escolhas. Oriente os alunos sobre como sintetizar suas ideias de forma coesa e clara para a apresentação. Este é um bom momento para reforçar a importância da argumentação e da justificativa fundamentada.
Momento 5: Compartilhamento das Propostas (Estimativa: 5 minutos)
Solicite que cada grupo compartilhe suas propostas e justificativas com a turma. Incentive comentários construtivos e feedbacks entre os grupos. Anote pontos fortes e fracos nas apresentações para discussão posterior. Avalie a eficácia da comunicação e a justificativa apresentada pelo grupo como um todo.
A avaliação desta oficina será diversificada e contemplará diferentes metodologias, de modo a abranger as múltiplas habilidades trabalhadas. O professor poderá optar por avaliações formativas através de observação das participações durante as discussões em grupo, assim como o uso de diários reflexivos onde os alunos registrarão suas impressões sobre a atividade. Outra possibilidade é a avaliação por rubricas nas apresentações orais, onde critérios como clareza na comunicação, originalidade das propostas e fundamentação teórica serão avaliados. Para alunos com necessidades específicas, critérios de avaliação poderão ser adaptados, garantindo igualdade de oportunidades e foco no desenvolvimento individual. Os feedbacks devem ser construtivos, encorajando o aprimoramento contínuo.
Para a realização desta oficina, serão necessários recursos como computadores ou tablets com acesso à internet, possibilitando pesquisas e elaboração das propostas. Textos complementares impressos ou digitais ajudarão a fundamentar teoricamente as ideias discutidas. Serão utilizados dispositivos para apresentação, como projetor e quadro branco, para facilitar a visualização e entendimento por todos os alunos. A disponibilidade de ferramentas digitais deve ser checada previamente, garantindo que todos os alunos possam acessar as informações necessárias com igualdade.
Reconhecendo a sobrecarga de trabalho dos professores, é essencial buscar formas práticas de garantir a inclusão e acessibilidade para todos os alunos. Para alunos com transtorno do espectro autista (Nível 1), estratégias como a clareza na comunicação e a previsibilidade nas atividades são fundamentais. Utilizar sinalizações visuais, como cronogramas simplificados, pode auxiliar no entendimento das etapas da atividade. Proporcionar locais tranquilos para socialização e oferecer oportunidades de interação controlada também são práticas que beneficiam esses alunos. O uso de tecnologia assistiva deve ser considerado para facilitar a participação destas maneiras que não representam um custo adicional significativo e respeitam a diversidade de ritmo de aprendizagem. É importante oferecer suporte individualizado caso necessário, e estar atento a sinais como sobrecarga sensorial. A comunicação regular com a família pode auxiliar no melhor entendimento das necessidades dos alunos.
Todos os planos de aula são criados e revisados por professores como você, com auxílio da Inteligência Artificial
Crie agora seu próprio plano de aula