Nesta atividade, os estudantes do 2º ano do Ensino Médio irão realizar a extração de DNA de morangos utilizando materiais simples e acessíveis, como detergente, sal e álcool. Durante a experiência, haverá um debate sobre a utilização de alimentos transgênicos na agricultura e o impacto que eles têm na sociedade e no meio ambiente. Este experimento é uma oportunidade única para os alunos visualizarem a estrutura do DNA sem a necessidade de equipamentos laboratoriais complexos, ampliando seu entendimento sobre biotecnologia de forma prática. Ao longo da aula, será propiciado um espaço para discussão sobre a segurança alimentar, ética e aspectos ambientais relacionados aos transgênicos, fomentando o pensamento crítico e o embasamento científico nos alunos.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade são direcionados ao conhecimento prático e teórico sobre a estrutura molecular do DNA e à discussão sobre as implicações dos transgênicos na sociedade. Espera-se que os alunos desenvolvam habilidades de observação científica e a capacidade de argumentar sobre questões controversas de forma ética e informada. A extração de DNA facilitará a compreensão da materialidade genética, enquanto os debates permitirão uma análise crítica dos avanços biotecnológicos.
O conteúdo programático desta aula engloba desde a bioquímica básica do DNA até discussões aplicadas sobre biotecnologia na agricultura. Inicialmente, os estudantes irão aprender sobre os componentes químicos do DNA e os princípios da técnica de extração. Seguindo com a prática, os alunos discutirão a engenharia genética envolvida na produção de alimentos transgênicos, abordando questões éticas, legais e sociais.
Para esta atividade, empregaremos uma abordagem prática-experimental juntamente com debates orientados. A combinação de uma prática laboratorial simples e acessível com discussões estruturadas possibilitará que os alunos explorem conceitos científicos de forma concreta e crítica. Serão promovidas dinâmicas de grupo que incentivem o diálogo e a troca de ideias.
A atividade será dividida em duas aulas de 60 minutos. Na primeira, os alunos se dedicarão à prática de extração de DNA e à observação dos resultados. Na segunda, o foco será o debate sobre os transgênicos, com base nas informações adquiridas durante a prática. Dessa forma, teremos um equilíbrio entre abordagem prática e teórica.
A avaliação será contínua e processual, com foco na participação nas atividades e na qualidade das contribuições durante os debates. Serão utilizados critérios como entendimento do processo de extração de DNA, capacidade de argumentação quanto às questões dos transgênicos e cooperação em grupo. Por exemplo, os alunos poderão ser solicitados a elaborar um pequeno relatório descrevendo o processo de extração e apresentar argumentos sobre os impactos dos transgênicos, demonstrando compreensão conceitual e crítica dos temas abordados.
Os recursos necessários para a realização da atividade incluem materiais simples e prontamente disponíveis para garantir que a experiência seja prática e acessível. Além dos produtos para a extração de DNA, ferramentas audiovisuais serão utilizadas para apresentar conteúdo teórico e fomentar discussão entre os alunos.
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