Famílias do Mundo Todo: Iguais e Diferentes!

Desenvolvida por: Andrea… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Ensino Religioso – Identidades e Alteridades
Temática: Diversidade familiar e cultural: reconhecendo e respeitando as diferenças

Essa aula foi pensada para ajudar crianças de 6 e 7 anos a perceberem que as famílias são diferentes umas das outras — e que isso é algo bonito, não um problema. A ideia central é simples: mostrar que existem muitos jeitos de ser família no mundo, com tradições, celebrações e costumes variados, e que todas essas formas merecem respeito.

O professor começa a aula apresentando imagens de famílias de diferentes partes do mundo — famílias grandes, pequenas, com avós, com dois pais, com duas mães, famílias de diferentes etnias e religiões. Cada imagem vem acompanhada de uma curiosidade sobre aquela cultura: uma comida típica, uma festa, um costume do dia a dia. Essa parte é conduzida em roda, com as crianças sendo convidadas a observar, comentar e fazer perguntas.

Depois da conversa coletiva, cada aluno recebe uma folha para desenhar a própria família. Quem já escreve, escreve uma frase sobre algo especial que fazem juntos. Quem ainda não escreve com fluência, dita a frase para o professor ou para um colega ajudante. Não existe resposta certa ou errada aqui — o que vale é o que é real e significativo para cada criança.

No final, todas as produções são afixadas em um mural chamado 'Nossas Famílias, Nossas Histórias'. O professor conduz uma breve apreciação coletiva, onde os alunos podem comentar o que viram e descobriram sobre as famílias dos colegas.

A atividade conecta Ensino Religioso com Língua Portuguesa (escrita e oralidade) e Arte (desenho), tornando o aprendizado mais rico e integrado. O mural fica exposto na sala como registro vivo da diversidade da turma, reforçando o sentimento de pertencimento e acolhimento.

Objetivos de Aprendizagem

O foco dessa aula não é ensinar um conteúdo abstrato sobre diversidade — é fazer com que cada criança se veja representada e, ao mesmo tempo, reconheça e valorize o que é diferente do seu próprio contexto. Quando os alunos desenham a própria família e ouvem sobre as famílias dos colegas, eles estão praticando algo muito concreto: olhar para o outro com curiosidade e respeito, não com estranhamento. Essa é a base da alteridade, trabalhada de forma acessível para a faixa etária. A atividade também estimula a expressão oral e escrita, o que reforça habilidades de Língua Portuguesa dentro de um contexto com sentido real para as crianças.

  • Reconhecer que existem diferentes tipos de família no Brasil e no mundo, com formações, tradições e crenças variadas.
  • Identificar e nomear algo especial da própria família, como uma tradição, celebração ou hábito cotidiano.
  • Demonstrar respeito pelas diferenças familiares e culturais dos colegas durante as atividades coletivas.
  • Expressar, por meio do desenho e da fala ou escrita, elementos da própria identidade familiar.
  • Relacionar imagens de famílias diversas a diferentes culturas e contextos do mundo.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF01ER01: Identificar e respeitar a diversidade de crenças, costumes e tradições de diferentes grupos sociais, como forma de reconhecer a riqueza cultural da humanidade. Conheça mais sobre a EF01ER01
  • EF01ER02: Reconhecer a diversidade de organizações familiares e comunitárias, valorizando o convívio respeitoso entre pessoas de diferentes origens e tradições. Conheça mais sobre a EF01ER02
  • EF01ER03: Identificar práticas e expressões religiosas e culturais de diferentes grupos, percebendo semelhanças e diferenças entre elas. Conheça mais sobre a EF01ER03
  • EF01LP01: Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página, participando de situações de ditado ao professor como forma de registro. Conheça mais sobre a EF01LP01
  • EF15AR04: Experimentar diferentes formas de expressão artística, como o desenho, para representar experiências pessoais e coletivas. Conheça mais sobre a EF15AR04

Conteúdo Programático

O conteúdo dessa aula parte do que as crianças já conhecem — a própria família — e expande para o que ainda não conhecem: as famílias de outros lugares, com outros costumes e outras histórias. Esse movimento do familiar para o desconhecido é muito adequado para crianças de 6 e 7 anos, que aprendem melhor quando partem de referências concretas e pessoais. O mural coletivo no final funciona como síntese visual desse conteúdo, tornando o aprendizado visível e compartilhado.

  • Diversidade de configurações familiares: famílias nucleares, extensas, monoparentais, homoafetivas, entre outras.
  • Tradições, celebrações e costumes familiares de diferentes culturas ao redor do mundo.
  • Identidade familiar: o que é especial na minha família.
  • Alteridade: o respeito pelo que é diferente de mim.
  • Expressão oral e escrita sobre experiências pessoais (integração com Língua Portuguesa).
  • Expressão artística por meio do desenho (integração com Arte).

Metodologia

A aula combina apreciação de imagens, conversa em roda, produção individual e exposição coletiva. Cada etapa tem um papel claro: a roda inicial ativa o interesse e o repertório das crianças; a produção individual garante que cada aluno se expresse no próprio ritmo; e o mural coletivo cria um senso de comunidade e pertencimento. O professor atua como mediador — fazendo perguntas abertas, acolhendo todas as respostas e ajudando quem precisa de suporte na escrita. Não há competição nem julgamento de valor entre as famílias apresentadas.

  • Roda de conversa com apreciação de imagens: o professor apresenta fotos de famílias diversas e faz perguntas abertas como 'O que vocês estão vendo?' e 'O que essa família faz de diferente da sua?'.
  • Produção individual orientada: cada aluno desenha a própria família e registra (por escrita ou ditado) uma frase sobre algo especial que fazem juntos.
  • Ditado ao professor: para alunos que ainda não escrevem com autonomia, o professor ou um colega mais avançado escreve a frase ditada pela criança.
  • Montagem do mural coletivo 'Nossas Famílias, Nossas Histórias': as produções são afixadas juntas e apreciadas pela turma.
  • Apreciação coletiva final: o professor conduz uma breve conversa sobre o que os alunos descobriram olhando para o mural.

Aulas e Sequências Didáticas

A aula de 60 minutos foi dividida em quatro momentos bem definidos, com tempo suficiente para cada etapa sem deixar as crianças entediadas ou apressadas. A transição entre os momentos é feita de forma natural — a conversa inicial alimenta a produção individual, que por sua vez alimenta o mural e a apreciação final. O professor pode ajustar o tempo de cada etapa conforme o ritmo da turma no dia.

  • Aula 1: Abertura em roda com apresentação de imagens de famílias diversas e conversa mediada pelo professor (15 min) → Produção individual: desenho da família e registro de frase por escrita ou ditado (25 min) → Montagem do mural coletivo com as produções dos alunos (10 min) → Apreciação coletiva do mural e encerramento com conversa sobre o que aprenderam (10 min).
  • Momento 1: Abertura em Roda — Famílias do Mundo Todo (Estimativa: 15 minutos)
    Organize as crianças em roda no chão ou em cadeiras dispostas em círculo, garantindo que todos consigam se ver. Antes de iniciar, prepare as imagens de famílias diversas — pelo menos 6 a 8 imagens impressas em tamanho visível ou exibidas em projetor/televisão. Escolha imagens que representem diferentes configurações familiares (famílias grandes, pequenas, com avós, com dois pais, com duas mães), diferentes etnias e diferentes contextos culturais ao redor do mundo.

    Inicie a roda com uma pergunta simples e acolhedora: 'Quem mora com vocês em casa?' Permita que algumas crianças respondam livremente, sem julgamentos. Em seguida, apresente as imagens uma a uma, segurando-as bem visíveis para toda a turma. Para cada imagem, faça perguntas abertas como: 'O que vocês estão vendo nessa foto?', 'Essa família parece diferente da sua? Em quê?' e 'O que será que essa família gosta de fazer junto?'.

    É importante que você traga uma curiosidade cultural para cada imagem — por exemplo, ao mostrar uma família japonesa, mencione que muitas famílias no Japão têm o costume de tirar os sapatos antes de entrar em casa; ao mostrar uma família mexicana, fale sobre a festa do Día de los Muertos. Isso amplia o repertório das crianças e conecta o conteúdo ao mundo real.

    Observe se os alunos conseguem identificar diferenças entre as famílias apresentadas e se demonstram respeito nas falas e reações. Caso alguma criança faça um comentário inadequado sobre alguma configuração familiar, aproveite o momento para mediar com naturalidade, reforçando que todas as famílias são válidas e merecem respeito. Encerre esse momento dizendo: 'Olha quanta família diferente e bonita existe no mundo! Agora vamos pensar na nossa própria família.'

    Momento 2: Produção Individual — Minha Família é Especial (Estimativa: 25 minutos)
    Distribua para cada aluno uma folha de papel sulfite ou cartolina e os materiais para desenho (lápis de cor, giz de cera ou canetinhas). Explique a proposta com clareza e entusiasmo: 'Agora cada um vai desenhar a sua família — as pessoas que moram com você ou que são muito importantes para você. Depois, vamos escrever ou contar uma coisa especial que vocês fazem juntos!'

    Dê um tempo inicial para que as crianças comecem os desenhos com autonomia. Circule pela sala observando as produções, fazendo perguntas individuais que estimulem a reflexão: 'Quem é essa pessoa no seu desenho?', 'O que vocês gostam de fazer juntos?', 'Tem alguma comida especial que sua família faz?'. Essas perguntas ajudam as crianças a identificarem algo significativo para registrar na frase.

    Para os alunos que já escrevem com alguma fluência, oriente-os a escrever uma frase curta abaixo do desenho, como 'Minha família gosta de...' ou 'Na minha família a gente...'. Para os alunos que ainda não escrevem com autonomia, adote a estratégia do ditado: aproxime-se da criança, pergunte o que ela quer escrever e escreva a frase com letra legível na folha dela, ou permita que um colega mais avançado ajude. É importante que a frase seja sempre com as palavras da própria criança — não sugira o conteúdo, apenas apoie o registro.

    Não existe resposta certa ou errada nessa atividade. O que vale é o que é real e significativo para cada criança. Acolha todas as configurações familiares com o mesmo entusiasmo. Ao final dos 25 minutos, peça que as crianças guardem os materiais e segurem seus desenhos com cuidado para a próxima etapa.

    Como indicador de aprendizagem, observe se o aluno representou a própria família de alguma forma reconhecível no desenho e se conseguiu identificar algo especial do convívio familiar na frase ou no ditado. Registre mentalmente ou em uma lista simples quais alunos completaram as duas partes e quais precisaram de mais apoio.

    Momento 3: Montagem do Mural Coletivo — Nossas Famílias, Nossas Histórias (Estimativa: 10 minutos)
    Convide as crianças a se aproximarem do espaço da parede onde o mural será montado. Explique que todas as produções vão ficar juntas, formando um mural da turma. Diga: 'Cada desenho aqui é único, assim como cada família é única. Juntos, vamos mostrar como a nossa turma é cheia de histórias diferentes e bonitas!'

    Organize a fixação das produções de forma participativa: chame as crianças em pequenos grupos para afixar seus desenhos com fita adesiva ou cola, enquanto as demais aguardam sentadas. Isso evita tumulto e mantém a organização. Se possível, escreva o título 'Nossas Famílias, Nossas Histórias' em letras grandes no centro ou no topo do mural antes de iniciar a fixação, para que as crianças já visualizem o conjunto tomando forma.

    É importante que você posicione os desenhos na altura dos olhos das crianças, para que elas consigam apreciar o mural com facilidade. Ao final da montagem, dê um passo atrás junto com a turma e permita um momento breve de admiração coletiva antes de passar para a conversa final.

    Momento 4: Apreciação Coletiva e Encerramento (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna as crianças novamente em roda, desta vez de frente para o mural. Conduza uma conversa de apreciação coletiva com perguntas como: 'O que vocês viram de parecido entre as famílias dos colegas?', 'O que vocês descobriram de diferente?', 'Teve algum desenho que chamou a atenção de vocês? Por quê?' e 'O que vocês aprenderam hoje sobre as famílias?'.

    Permita que as crianças se expressem livremente, mediando a conversa com escuta ativa e reforçando as falas que demonstrem respeito e curiosidade pela diversidade. Caso uma criança faça uma observação especialmente bonita sobre a família de um colega, valorize esse momento publicamente: 'Que coisa linda você percebeu!'

    Encerre a aula retomando a ideia central da atividade de forma simples e afetiva: 'As famílias são diferentes umas das outras — têm tamanhos diferentes, costumes diferentes, tradições diferentes. E isso é muito bonito! O que importa é o amor e o cuidado que existe em cada família.' Deixe o mural exposto na sala como registro vivo da diversidade da turma, reforçando o sentimento de pertencimento e acolhimento ao longo dos dias seguintes.

    Como indicador de aprendizagem final, observe se os alunos conseguem comentar as produções dos colegas com respeito e curiosidade, fazendo comentários positivos ou neutros sobre as famílias representadas e demonstrando interesse pelo que é diferente da própria realidade.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Como a turma não apresenta condições ou deficiências específicas diagnosticadas, as estratégias a seguir têm caráter preventivo e universal, garantindo que todos os alunos se sintam incluídos e acolhidos, independentemente de suas particularidades.

    Para crianças que demonstrem timidez ou dificuldade de participar da roda de conversa, não force a participação oral. Permita que essas crianças contribuam de outras formas, como apontando para as imagens ou acenando com a cabeça. Com o tempo e o clima de acolhimento, a participação tende a surgir naturalmente.

    Para crianças com dificuldades motoras finas que possam ter dificuldade no desenho, ofereça giz de cera mais grosso ou canetinhas de ponta larga, que são mais fáceis de segurar e controlar. Reforce que o desenho não precisa ser 'bonito' — o que importa é a expressão e o significado.

    Para crianças que vivam em contextos familiares delicados (como luto recente, separação conflituosa ou situação de vulnerabilidade), esteja atento às reações durante a atividade. Se perceber desconforto, aproxime-se com discrição e ofereça apoio individual, reforçando que a família pode ser qualquer pessoa que cuida e que a criança ama.

    Para garantir que todas as configurações familiares se sintam representadas nas imagens apresentadas, revise o material com antecedência e certifique-se de incluir famílias monoparentais, homoafetivas, com avós como responsáveis e famílias de diferentes etnias. Isso faz com que cada criança encontre no material algo que se conecte à sua própria realidade.

    Lembre-se: você não precisa ter todos os recursos perfeitos para fazer uma aula inclusiva. Muitas vezes, o que mais acolhe é o olhar atento, a escuta genuína e a forma como você reage às diferenças diante da turma. Você já está no caminho certo ao propor uma atividade tão significativa como essa!

Avaliação

A avaliação nessa aula é formativa e acontece ao longo de toda a atividade. O professor observa como cada criança participa da roda, como representa a própria família no desenho e como se expressa oralmente ou por escrito. Não há certo ou errado na produção — o que se avalia é o engajamento, a capacidade de identificar elementos da própria identidade familiar e a postura de respeito diante das diferenças dos colegas. O mural funciona como registro coletivo e pode ser usado pelo professor para retomar o tema em aulas futuras.

  • Observação participante durante a roda: o professor observa se o aluno consegue identificar diferenças entre as famílias apresentadas e se demonstra respeito nas falas e reações. Critérios: participa da conversa, faz perguntas ou comentários pertinentes, não faz julgamentos negativos sobre as famílias mostradas.
  • Análise da produção individual (desenho + frase): o professor verifica se o aluno representou a própria família de alguma forma reconhecível e se conseguiu identificar algo especial do convívio familiar. Critérios: presença de elementos familiares no desenho, frase ou ditado com sentido, demonstração de afeto ou pertencimento na produção. Exemplo prático: o professor registra em uma lista simples quais alunos conseguiram completar as duas partes (desenho e frase) e quais precisaram de mais apoio.
  • Apreciação coletiva do mural: o professor observa se os alunos conseguem comentar as produções dos colegas com respeito e curiosidade. Critérios: faz comentários positivos ou neutros sobre as famílias dos colegas, demonstra interesse pelo que é diferente da própria realidade.

Materiais e ferramentas:

Os recursos dessa aula são simples e de baixo custo. A escolha foi intencional: materiais acessíveis garantem que a atividade possa ser replicada em qualquer escola, sem depender de tecnologia ou impressões elaboradas. As imagens de famílias diversas são o recurso mais importante — elas precisam ser variadas o suficiente para representar diferentes etnias, configurações familiares e contextos culturais. O professor pode recortar de revistas, imprimir de sites gratuitos ou usar imagens projetadas se houver projetor disponível.

  • Imagens impressas ou recortadas de revistas mostrando famílias diversas (mínimo 6 a 8 imagens de contextos culturais diferentes).
  • Folhas de papel sulfite ou cartolina para o desenho individual de cada aluno.
  • Lápis de cor, giz de cera ou canetinhas para o desenho.
  • Caneta ou lápis para o professor escrever as frases ditadas pelos alunos.
  • Fita adesiva ou cola para montar o mural.
  • Espaço na parede da sala para afixar o mural 'Nossas Famílias, Nossas Histórias'.
  • Opcional: projetor ou televisão para exibir as imagens em tamanho maior para toda a turma.

Inclusão e acessibilidade

Toda turma tem sua diversidade, mesmo quando não há diagnósticos formais. Nessa atividade, o cuidado com inclusão começa na escolha das imagens — é importante que as famílias representadas incluam diferentes etnias, configurações e contextos, para que nenhuma criança se sinta de fora. A opção pelo ditado ao professor garante que crianças com dificuldades na escrita participem plenamente. Um sinal de alerta importante: se algum aluno demonstrar desconforto ao falar sobre a própria família, o professor deve acolher sem pressionar — a criança pode representar a família como quiser, sem precisar explicar nada.

  • Use imagens que representem famílias de diferentes etnias, configurações (monoparentais, homoafetivas, extensas) e contextos culturais, para que toda criança se veja de alguma forma representada.
  • Ofereça a opção de ditado ao professor para alunos que ainda não escrevem com autonomia — isso garante participação plena sem exposição negativa.
  • Evite perguntas diretas como 'quem mora com você?' durante a roda — prefira perguntas abertas que não exponham situações familiares delicadas.
  • Se algum aluno demonstrar tristeza ou desconforto ao falar da família, acolha sem pressionar e permita que ele represente o que quiser no desenho.
  • Para alunos com ritmo mais lento, o professor pode reduzir a exigência para apenas o desenho, sem a frase escrita.
  • Valorize todas as produções igualmente no mural — nenhum desenho deve ser destacado como 'melhor' ou 'mais bonito'.

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