Estudo de Caso: Soluções para a Fome

Desenvolvida por: Elizân… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Texto Dissertativo-Argumentativo

A atividade 'Estudo de Caso: Soluções para a Fome' busca engajar os alunos do 3º ano do Ensino Médio na análise e elaboração de soluções para a fome no Brasil. Os alunos, divididos em grupos, irão criar estudos de caso sobre diferentes iniciativas que visam combater a fome, refletindo sobre suas eficiências e propondo melhorias. A aula iniciará com uma exposição de exemplos reais de ações governamentais e da sociedade civil de sucesso nessa área. Posteriormente, cada grupo desenvolverá um caso fictício ou real, abordando os impactos, desafios e propondo soluções inovadoras. Para finalizar, cada aluno redigirá um texto dissertativo-argumentativo, defendendo qual proposta apresentada seria a mais eficaz, embalando a atividade em uma prática que une pesquisa, debate e produção textual, alinhada aos objetivos educacionais e competências da BNCC.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade concentram-se em desenvolver as competências necessárias para redação de textos dissertativo-argumentativos, como exigido em exames nacionais como o ENEM. A atividade também visa promover a compreensão crítica dos alunos sobre questões sociais relevantes, como a fome, incentivando-os a analisar dados e discutir soluções práticas. Assim, eles exercitarão habilidades de pesquisa, análise crítica, colaboração em grupo e criatividade na resolução de problemas. Além disso, os alunos serão encorajados a refletir sobre o impacto das ações governamentais e da sociedade civil, enquanto elaboram soluções viáveis e inovadoras para desafios reais, desenvolvendo sua capacidade de argumentação lógica e fundamentação de ideias.

  • Desenvolver habilidades de redação em textos dissertativo-argumentativos
  • Fomentar o pensamento crítico e analítico sobre questões sociais
  • Estimular a colaboração em grupo na elaboração de soluções
  • Incentivar a criatividade na resolução de problemas reais

Habilidades Específicas BNCC

  • EM13LP49: Analisar, interpretar e produzir textos dissertativo-argumentativos, considerando as especificidades dos diferentes gêneros discursivos da esfera pública, escolar e profissional, com intencionalidade, domínio dos conteúdos temáticos e procedimentos composicionais.
  • EM13LP51: Competências e habilidades para apresentar propostas de intervenção social em contextos problemáticos, considerando a diversidade e a complexidade dos movimentos sociais.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade abrange, principalmente, o desenvolvimento de habilidades de escrita e argumentação, características essenciais da produção de textos dissertativos-argumentativos. Além disso, inclui a análise crítica de iniciativas para combater a fome no Brasil, levando os alunos a considerar fatores socioculturais e econômicos que influenciam a eficiência dessas ações. Os alunos terão a oportunidade de examinar casos práticos de políticas públicas e ações da sociedade civil, possibilitando uma visão ampla e integrada de problemáticas sociais. Todo o conteúdo será pautado pela análise de dados, propor melhorias e fundamentar soluções, o que enriquece o repertório crítico dos alunos e sua capacidade de dialogar com temas contemporâneos, essenciais para sua formação integral.

  • Produção textual em gêneros dissertativo-argumentativos
  • Análise crítica de políticas públicas e ações sociais
  • Discussão sobre fatores socioculturais e econômicos

Metodologia

Para esta atividade, adotaremos metodologias ativas que colocam os estudantes no centro do processo de aprendizagem, promovendo seu protagonismo e participação integral em cada etapa. A aula iniciará com uma introdução teórica, seguida por uma prática colaborativa em grupos, onde cada aluno desempenhará um papel vital na elaboração de um estudo de caso sobre o combate à fome no Brasil. Este formato permitirá que os alunos desenvolvam competências importantes, como comunicação eficaz, liderança e habilidades para resolver conflitos, enquanto elaboram e discutem propostas inovadoras. Os alunos poderão escolher entre situações reais ou fictícias, o que possibilitará a personalização das atividades e estimulará a criatividade na abordagem dos desafios propostos. Metodologias como aprendizagem prática e debates em grupo serão utilizadas para intensificar a interação e o aprofundamento do conhecimento dos alunos sobre o tema em discussão.

  • Metodologias ativas centradas no aluno
  • Trabalho colaborativo em grupos
  • Debates e discussões em plenária

Aulas e Sequências Didáticas

A atividade será realizada em uma aula de 60 minutos, dynamicamente dividida para cobrir todos os aspectos do plano. Inicialmente, a aula começará com uma introdução teórica de cerca de 15 minutos, onde o professor apresentará casos reais de sucesso no combate à fome. Seguidamente, os alunos trabalharão em grupos por cerca de 30 minutos, tempo em que desenvolverão seus estudos de caso. A aula se concluirá com os alunos apresentando suas soluções, lendo seus textos de maneira a promover sinergia com as reflexões dos colegas. Este cronograma foi planejado para garantir que os alunos tenham tempo suficiente para análise, discussão e expressão de suas ideias de forma clara e coesa.

  • Aula 1: Introdução teórica e apresentação de casos, desenvolvimento de estudo de caso em grupos e redação individual de textos dissertativos
  • Momento 1: Introdução Teórica e Apresentação de Casos (Estimativa: 15 minutos)
    Inicie a aula contextualizando o problema da fome no Brasil. Apresente exemplos de iniciativas de combate à fome, indicando ações governamentais e da sociedade civil. É importante que destaque os impactos e desafios dessas medidas. Permita que os alunos façam perguntas e promovam uma discussão breve sobre as iniciativas apresentadas. Observe se os alunos estão compreendendo os conceitos básicos e incentivando a interação. Avalie a participação dos alunos por meio da quantidade e pertinência das perguntas.

    Momento 2: Desenvolvimento de Estudo de Caso em Grupos (Estimativa: 25 minutos)
    Divida os alunos em grupos e distribua materiais impressos com dados e exemplos de casos reais. Instrua os grupos a escolherem ou criarem um estudo de caso, analisarem os impactos e desafios e proporem soluções inovadoras. É importante que o professor circule entre os grupos para orientar a discussão e garantir que todos estejam participando. Sugira que cada grupo nomeie um relator para organizar as ideias. Avalie a colaboração e criatividade das propostas ao final do momento.

    Momento 3: Redação Individual de Textos Dissertativos (Estimativa: 20 minutos)
    Oriente os alunos a redigirem um texto dissertativo-argumentativo, defendendo qual das propostas apresentadas seria a mais eficaz. É importante que forneça critérios claros para a elaboração do texto, como estrutura e coerência. Enquanto eles escrevem, ofereça feedback individual e contínuo sobre o desenvolvimento da argumentação. Avalie a qualidade argumentativa dos textos com base em clareza, coerência, e capacidade de argumentação.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Embora não haja alunos com condições específicas na turma, é sempre importante estar atento às diferentes necessidades que podem surgir. Permita que alunos mais tímidos participem de forma escrita ou em plataformas que se sintam mais confortáveis. Incentive discussões onde diferentes opiniões sejam respeitadas e deixe claro que todas as contribuições são valiosas. Seja flexível ao avaliar a participação, considerando diferentes formas de expressão e compreensão. Esteja aberto a adaptar atividades para incluir a diversidade de pensamentos e habilidades da turma.

Avaliação

A avaliação será conduzida através de duas abordagens principais: avaliação grupal e individual. O trabalho em grupo será avaliado com base em critérios como colaboração, criatividade das propostas e análise crítica dos casos apresentados. Já a avaliação individual focará na qualidade argumentativa dos textos dissertativo-argumentativos produzidos por cada aluno, considerando a clareza, coesão, coerência e pertinência das argumentações apresentadas. Além disso, será utilizado feedback formativo ao longo do processo, permitindo que os alunos recebam orientações e sugestões de melhorias durante o desenvolvimento da atividade. A avaliação buscará englobar, assim, tanto o produto final (texto escrito e apresentação de propostas em grupo) quanto o processo de aprendizado contínuo, estimulando o protagonismo e reflexão crítica.

  • Avaliação grupal: Colaboração e criatividade das propostas
  • Avaliação individual: Qualidade argumentativa dos textos
  • Feedback formativo contínuo

Materiais e ferramentas:

Os recursos necessários para a execução da atividade incluem principalmente materiais impressos, como folhas de papel, canetas e, possivelmente, quadros ou cartazes onde os alunos possam registrar suas ideias durante o debate em grupo. O professor terá à disposição materiais de apoio que já contenham casos reais e dados relevantes para a discussão inicial. Essa abordagem visa fomentar uma reflexão profunda sem que haja a necessidade de recursos tecnológicos, já que a atividade não permitirá o uso de tablets, computadores ou celulares, focando no desenvolvimento de habilidades analógicas de pesquisa e comunicação.

  • Materiais impressos (papel, canetas)
  • Quadros ou cartazes para registro de ideias
  • Materiais de apoio com casos reais e dados

Inclusão e acessibilidade

Sabemos da carga de trabalho dos professores, mas é crucial garantir que todos os alunos tenham igual oportunidade de participação ativa. Apesar de não haver condições específicas, recomenda-se focar na criação de um ambiente acolhedor e respeitoso, promovendo a participação de todos. Estimule a integração dos grupos respeitando as características individuais de cada aluno e ofereça suporte através de diferentes modos de comunicação. Assegure que todos tenham seu espaço de fala e que suas contribuições sejam valorizadas. A comunicação clara e o incentivo à autorreflexão são cruciais para criar um ambiente onde todos os alunos se sintam respeitados e motivados.

  • Promoção de um ambiente acolhedor e participativo
  • Incentivo à integração dos grupos e respeito às características individuais
  • Comunicação clara e suporte emocional

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