Explorando Revolução dos Bichos: Mapas Mentais em Ação

Desenvolvida por: Dilma … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Leitura crítica e representação social em 'A Revolução dos Bichos'

Nesta atividade, os alunos do 7º ano irão explorar o livro 'A Revolução dos Bichos' através da criação de mapas mentais. O propósito é destacar como cada personagem animal do livro representa diferentes classes sociais, utilizando recursos visuais e colaborativos. Inicialmente, haverá uma aula expositiva para apresentar os conceitos principais do romance e discutir a representação alegórica das classes sociais. Em seguida, na atividade prática, os alunos trabalharão em grupos para criar seus mapas mentais, utilizando cartolinas e canetas coloridas. A atividade será concluída com uma roda de debate, onde cada grupo apresentará suas criações e participará de uma discussão reflexiva sobre as semelhanças e diferenças entre as representações sociais dos personagens. Este plano não apenas busca desenvolver habilidades de leitura crítica, mas também incorporar elementos de análise social e interação crítica entre os alunos.

Objetivos de Aprendizagem

O objetivo de aprendizagem está focado em fomentar a leitura crítica e a capacidade dos alunos de identificar opiniões e argumentos dentro de um texto literário. Combinando a análise de um clássico da literatura como 'A Revolução dos Bichos', espera-se que os alunos compreendam as representações sociais dos personagens, desenvolvam habilidades de interpretação e articulação de ideias complexas e aprimorem suas capacidades de trabalhar em equipe, respeitando as contribuições e diferenças individuais. A atividade promove uma conexão clara entre literatura e aspectos sociais, refletindo sobre como os personagens e suas ações impactam ou espelham realidades sociais.

  • Fomentar a leitura crítica dos alunos.
  • Identificar opiniões e argumentos em textos literários.
  • Entender representações sociais de personagens.
  • Desenvolver habilidades colaborativas em atividades de grupo.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF67LP07: Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido.
  • EF67LP16: Explorar e analisar espaços de reclamação de direitos e de envio de solicitações (tais como ouvidorias, SAC, canais ligados a órgãos públicos, plataformas do consumidor, plataformas de reclamação), bem como de textos pertencentes a gêneros que circulam nesses espaços, reclamação ou carta de reclamação, solicitação ou carta de solicitação, como forma de ampliar as possibilidades de produção desses textos em casos que remetam a reivindicações que envolvam a escola, a comunidade ou algum de seus membros como forma de se engajar na busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos.
  • EF67LP38: Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade inclui a leitura e interpretação crítica do livro 'A Revolução dos Bichos', com foco especial na compreensão alegórica dos personagens e suas interações como representações sociais. Além disso, será abordado o uso de recursos persuasivos, figuras de linguagem e suas implicações de sentido no texto. Essa abordagem interdisciplinar buscará estimular conexões com a história e as ciências sociais, para que os alunos possam refletir sobre eventos históricos e sua representação através da literatura, enriquecendo a compreensão de contextos sociais e políticos.

  • Leitura crítica de 'A Revolução dos Bichos'.
  • Identificação de figuras de linguagem e seus efeitos.
  • Exploração de representações sociais dos personagens.
  • Relação da literatura com contextos históricos e sociais.

Metodologia

A metodologia aplicada nesta atividade incorpora metodologias ativas, promovendo o engajamento dos alunos através da exploração textual e das discussões em grupo. Durante a aula expositiva, o professor introduzirá o contexto histórico e literário do romance, incentivando os alunos a fazerem conexões com suas próprias experiências e conhecimentos. A atividade prática de criação de mapas mentais oferece um formato colaborativo e criativo para a expressão das ideias dos alunos. Ao final, a roda de debate permitirá um espaço seguro para a troca de percepções e opiniões, promovendo o respeito mútuo e a reflexão crítica.

  • Aula expositiva para introdução e contextualização.
  • Atividade prática de criação de mapas mentais.
  • Roda de debate para apresentação e discussão dos mapas mentais.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma de aulas está estruturado para fornecer uma experiência educativa completa e integrada. Na Aula 1, a introdução ao livro e aos conceitos-chave será feita de forma expositiva. A Aula 2 será dedicada ao trabalho colaborativo dos alunos na criação dos mapas mentais, proporcionando um espaço para a criatividade e para a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. Por fim, a Aula 3 será um momento de reflexão e discussão, onde os alunos poderão compartilhar suas interpretações e críticas, incentivando a prática do respeito mútuo e da escuta ativa entre pares. Esse cronograma está estrategicamente planejado para garantir que os objetivos de aprendizagem sejam atingidos de forma coerente e eficaz.

  • Aula 1: Discussão introdutória sobre contexto e personagens.
  • Momento 1: Contextualização do Livro (Estimativa: 15 minutos)
    Inicie a aula com uma breve explicação sobre o autor George Orwell e a época em que 'A Revolução dos Bichos' foi escrita. Relacione as condições históricas e sociais que influenciaram o autor a criar essa alegoria política. É importante que os alunos entendam o contexto para interpretações mais profundas. Utilize recursos audiovisuais para tornar a explicação mais dinâmica e acessível. Peça aos alunos que anotem os pontos principais.

    Momento 2: Introduzindo os Personagens (Estimativa: 15 minutos)
    Apresente os personagens principais do livro, destacando suas características e como representam diferentes classes sociais. Permita que os alunos façam perguntas e compartilhem suas ideias sobre as possíveis intenções do autor na escolha de cada animal-personagem. Crie um quadro ilustrativo na lousa ou em slides para ajudar na visualização.

    Momento 3: Discussão Guiada em Duplas (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em duplas e atribua a cada uma um personagem específico. Oriente os alunos a discutirem entre si sobre as características do seu personagem e como acreditam que ele representa uma classe social. Circule pela sala, observando e auxiliando as duplas, se necessário. Peça que anotem suas conclusões em uma folha para a próxima atividade.

    Momento 4: Compartilhando Impressões (Estimativa: 5 minutos)
    Conduza uma discussão rápida onde cada dupla compartilha uma breve impressão sobre o personagem discutido. Utilize essas apresentações para extrair percepções e realizar uma síntese. Ofereça feedback positivo e esclarecimentos para correções e avaliações em andamento.

  • Aula 2: Criação dos mapas mentais em grupos.
  • Momento 1: Instrução e Formação dos Grupos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula organizando os alunos em grupos de quatro a cinco integrantes. Explique aos alunos o que são mapas mentais e como eles podem ser utilizados para representar a compreensão dos personagens de 'A Revolução dos Bichos' e suas relações sociais. Reforce que deverão usar os conceitos discutidos na aula anterior. É importante que os alunos já tenham suas anotações em mãos para facilitar o processo. Em seguida, entregue cartolinas e canetas coloridas para cada grupo e explique que terão 40 minutos para a atividade prática.

    Momento 2: Planejamento e Discussão em Grupo (Estimativa: 15 minutos)
    Oriente os alunos a começarem discutindo entre si quais personagens e aspectos desejam incluir em seus mapas mentais. Circule pela sala para ouvir as discussões e faça intervenções quando necessário, incentivando a inclusão de ideias de todos os membros do grupo. Pergunte se há alguma dúvida ou necessidade de material adicional. Incentive os alunos a pensar sobre como cada personagem se relaciona com os outros e com as classes sociais que representam.

    Momento 3: Criação do Mapa Mental (Estimativa: 20 minutos)
    Oriente os grupos a começarem a desenhar seus mapas mentais. Sugira que utilizem cores diferentes para indicar tipos diferentes de relações ou categorias. Lembre-os de incluir figuras ou símbolos que representem as características principais dos personagens e suas respectivas classes sociais. Observe se os grupos estão progredindo igualmente e dê apoio onde houver dificuldade. Avalie a participação de cada grupo, anotando observações sobre a colaboração e criatividade.

    Momento 4: Revisão e Finalização (Estimativa: 5 minutos)
    Nos minutos finais, oriente os alunos a revisarem seus mapas mentais, garantindo que todas as ideias importantes estejam representadas. Sugira que cada grupo escolha um membro para apresentar o mapa mental na próxima aula. Verifique se todos os grupos têm algo para apresentar e peça que guardem suas produções com cuidado para o debate posterior.

  • Aula 3: Debate sobre as interpretações dos mapas.
  • Momento 1: Preparação e Organização dos Grupos para o Debate (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula explicando a importância do debate para compartilhar ideias e aprender coletivamente. Organize os grupos formados anteriormente, assegurando que cada grupo tenha um participante designado para apresentar os mapas mentais. Reforce a importância da escuta ativa e do respeito às opiniões dos colegas durante o debate.

    Momento 2: Apresentação dos Mapas Mentais pelos Grupos (Estimativa: 20 minutos)
    Peça para que cada grupo explique seu mapa mental, destacando como associaram os personagens às classes sociais. Observe se mantêm uma coerência entre a representação e os conceitos discutidos nas aulas anteriores. Incentive os alunos a fazerem perguntas e complementarem as apresentações com observações significativas.

    Momento 3: Discussão Guiada e Reflexão Coletiva (Estimativa: 15 minutos)
    Conduza uma discussão a partir das apresentações. Questione os alunos sobre as semelhanças e diferenças nas interpretações dos grupos. Estimule-os a refletir sobre os efeitos que as classes sociais representadas têm na história. Incentive a argumentação baseada em evidências do texto lido, usando frases como 'Onde no texto você vê isso?' ou 'Qual personagem reforça sua visão?'.

    Momento 4: Conclusão e Avaliação das Participações (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a aula solicitando que cada aluno faça uma breve autoavaliação sobre sua participação no debate e aprendizagem adquirida. Permita que compartilhem o que mais os impressionou nas discussões. Avalie a participação dos alunos destacando a colaboração, criatividade e o aprofundamento das discussões. Ofereça comentários construtivos e reconhecimento pelas ideias apresentadas.

Avaliação

A avaliação foi planejada com a intenção de ser inclusiva e adaptável, considerando o perfil de todos os alunos. A primeira metodologia proposta é a avaliação formativa, que será realizada continuamente ao longo das atividades, permitindo que o professor identifique e supra as dificuldades individuais ou grupais conforme surgem. Critérios como participação, colaboração e a capacidade de aplicar conceitos críticos serão observados. Um exemplo prático seria o uso de diários de aprendizagem, onde os alunos expressarão suas reflexões, desafios enfrentados e a evolução do entendimento ao longo da atividade. Além disso, uma avaliação somativa pode ser aplicada ao final da atividade, com base nos mapas mentais e nas discussões apresentadas, avaliada sob critérios como clareza de exposição das ideias, uso adequado dos conceitos debatidos e colaborações ao longo das aulas. Para adaptação das avaliações, alunos com deficiência visual poderiam se expressar através de recursos de tecnologias assistivas, e ajustes na forma de apurar ou relatar os conteúdos podem ser feitos para alunos com deficiência intelectual.

  • Avaliação formativa através de observações contínuas.
  • Relatórios e diários de aprendizagem dos alunos.
  • Avaliação somativa dos mapas mentais apresentados.

Materiais e ferramentas:

Os recursos necessários para a realização desta atividade abrangem tanto materiais físicos quanto tecnologias digitais acessíveis a toda a turma. Serão necessárias cartolinas e canetas coloridas para a criação dos mapas mentais, garantindo que os alunos possam expressar suas ideias visualmente. Além disso, a utilização de recursos como textos adaptados e audiodescrições, quando necessário, ajudará a engajar todos os alunos no processo de aprendizagem, promovendo inclusividade e acessibilidade. O uso de dispositivos digitais também pode ser incorporado para colher informações adicionais do texto com o uso de internet, entretanto, será necessário garantir um ambiente de segurança digital e ética ao se navegar por essas plataformas.

  • Cartolinas e canetas coloridas.
  • Textos adaptados e audiodescrições, quando necessário.
  • Dispositivos digitais com acesso controlado à internet.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que o cotidiano do professor é repleto de desafios, mas a inclusão de todos os alunos é essencial para seu sucesso e bem-estar. Recomenda-se a produção e uso de materiais adaptados, como textos em Braille ou com audiodescrição para alunos com deficiência visual. Adaptações curriculares e estratégias de ensino podem ser necessárias para alunos com deficiência intelectual, como o uso de orientações individualizadas ou simplificação de atividades. Alunos com transtornos de ansiedade se beneficiariam com um ambiente seguro e previsível, onde seus limites e sinais de desconforto sejam respeitados, além de retaguarda emocional. Pode-se incluir atividades com suporte visceral, onde colegas atuem como colaboradores e apoiadores, proporcionando um sentimento de comunidade e inclusão. Recomenda-se também monitorar os alunos, prestando atenção a sinais de desconforto e ajustando as abordagens conforme necessário. Isso incluirá feedback frequente para os alunos e comunicação contínua com a família para acompanhamento e suporte, garantindo que os alunos com diferentes demandas sejam atendidos em suas necessidades individuais e integrados de forma construtiva ao ambiente escolar.

  • Textos em Braille e audiodescrições para alunos com deficiência visual.
  • Orientações individualizadas para alunos com deficiência intelectual.
  • Adaptações nos Materiais Didáticos
    Antes de efetuar mudanças significativas nos materiais didáticos, considere o uso de textos com linguagem simplificada e inclusão de elementos visuais que podem tornar o conteúdo mais acessível para estudantes com deficiência intelectual. Use ilustrações ou esquemas que facilitem a compreensão dos conceitos abordados na atividade. Utilize também textos com maior espaçamento de linhas para facilitar a leitura.

    Ajustes na Metodologia de Ensino
    Ao ensinar alunos com deficiência intelectual, o uso de instruções claras e simples é essencial. Divida tarefas mais complexas em etapas menores, fornecendo exemplos concretos e demonstrando cada passo. Enfatize o aprendizado prático e use estratégias de repetição para assegurar que o conteúdo foi compreendido. É importante adaptar o ritmo de ensino às necessidades do aluno, permitindo mais tempo para assimilação.

    Estratégias de Comunicação
    Utilize uma comunicação direta e concisa, empregando recursos visuais para reforçar o que é dito oralmente. Incentive a comunicação oral dos alunos, proporcionando um ambiente seguro para que compartilhem suas dificuldades sem receios. Envolver-se em conversas frequentes para verificar a compreensão dos conteúdos é importante para ajustar qualquer necessidade específica de comunicação.

    Recursos de Tecnologia Assistiva
    A presença de recursos de tecnologia assistiva, como software de leitura, pode auxiliar alunos com deficiência intelectual. Ferramentas digitais que transformem texto em áudio podem ser bastante úteis. Esses recursos, quando integrados à aula, promovem maior autonomia e melhor compreensão dos conteúdos mais complexos.

    Modificações no Ambiente Físico
    Criar um ambiente de sala de aula acolhedor, com assentos posicionados de forma que o aluno com deficiência intelectual possa ver e ouvir claramente o professor, ajuda a promover a concentração. A redução de distrações, como ruídos excessivos, é essencial para garantir um ambiente propício ao aprendizado.

    Adaptação das Atividades Práticas
    Para adaptar atividades práticas, utilize materiais concretos e experiências sensoriais. Isso inclui permitir que toquem, vejam e manipulem objetos relacionados aos conceitos estudados. Assegure que as atividades sejam interativas e envolvam todos os sentidos possíveis para facilitar a compreensão e retenção do aprendizado.

    Suporte e Interação entre Alunos
    Promova a troca de experiências entre os alunos, incluindo atividades em grupos pequenos. Isso fomenta a interação social e permite que estudantes ajudem uns aos outros. A inclusão de jogos colaborativos é uma forma divertida e educativa de promover essa interação.

    Avaliações Personalizadas
    Alunos com deficiência intelectual podem enfrentar dificuldades em avaliações tradicionais. Considere avaliações formativas através de observações, onde o progresso é medido pela participação e envolvimento do aluno nas atividades. Forneça feedback contínuo e assegure que ele seja construtivo. Permita diferentes formas de expressão do conhecimento adquirido.

    Monitoramento e Ajustes
    Mantenha um diário de desenvolvimento para cada aluno, anotando suas conquistas e áreas em que precisam de mais apoio. Use essas anotações para avaliar a eficácia das estratégias de ensino e faça ajustes conforme necessário. Reúnam-se periodicamente com a equipe pedagógica e com a família para discutir o progresso e planejar intervenções quando necessário.

  • Ambiente seguro e previsível para alunos com transtornos de ansiedade.

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