Aventuras na Floresta Encantada

Desenvolvida por: Gesea … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Língua Portuguesa
Temática: Oralidade

Nesta série de aulas, os alunos aproveitarão o encantamento das histórias literárias para desenvolver suas habilidades de recontar oralmente. Aula 1: As crianças criarão fantoches de animais e personagens da floresta para encenar histórias. Aula 2: Em uma roda de debate, as crianças discutirão suas histórias preferidas e trocarão ideias sobre os personagens. Aula 3: Os alunos jogarão um jogo de tabuleiro personalizado, onde precisarão contar trechos da história para avançar no percurso, fortalecendo suas habilidades orais e de coesão textual.

Objetivos de Aprendizagem

O objetivo central é estimular o desenvolvimento da oralidade, promovendo a criatividade e a comunicação entre as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental. Ao longo das aulas, os alunos melhorarão suas habilidades de recontar histórias, entendendo estruturas narrativas e desenvolvendo a capacidade de organizar ideias de forma clara e coerente. As atividades visam também fomentar a interação social, o respeito e a colaboração entre pares, enquanto exploram e expressam suas emoções através de personagens e histórias.

  • Estimular o desenvolvimento da oralidade e da criatividade.
  • Desenvolver a habilidade de recontar histórias de forma coerente.
  • Incentivar a interação social e a colaboração entre alunos.
  • Promover a expressão de emoções através de narrativas.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF15LP19: Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.

Conteúdo Programático

Este plano de aula explora o conteúdo programático de maneira a proporcionar uma experiência enriquecedora e interdisciplinar. Através da criação de fantoches e rodas de debate, os alunos mergulham na literatura infantil, desenvolvendo não só as suas habilidades linguísticas, mas também habilidades artísticas e sociais. O jogo de tabuleiro faz uso de elementos lúdicos para reforçar o conhecimento adquirido, integrando o aprendizado de forma prática e divertida. Esta abordagem multidimensional alinha-se à BNCC, garantindo que os alunos tenham uma compreensão holística dos temas abordados.

  • Literatura infantil como ferramenta de aprendizado.
  • Estrutura narrativa básica: início, meio e fim.
  • Reconhecimento de personagens e suas emoções.
  • Dinâmicas de grupo e colaboração.

Metodologia

As metodologias adotadas neste plano de aula são variadas e interativas, garantindo o engajamento dos alunos. Com atividades mão-na-massa, como a criação de fantoches, as crianças desenvolvem habilidades motoras e criativas. Rodas de debate incentivam o pensamento crítico e a expressão de opiniões, enquanto o aprendizado baseado em jogos promove a interação social e o reforço positivo. Estas metodologias asseguram uma aprendizagem dinâmica e significativa, que se ajusta ao contexto social e cognitivo dos alunos desta faixa etária.

  • Atividade Mão-na-massa: Criação de fantoches.
  • Roda de Debate: Discussão de histórias e personagens.
  • Aprendizagem Baseada em Jogos: Jogo de tabuleiro narrativo.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade está distribuído em três aulas de 60 minutos cada, proporcionando uma estrutura clara e objetiva para alcançar os objetivos de aprendizagem detalhados. Na primeira aula, os alunos dedicam-se à criação de fantoches, permitindo que expressem sua criatividade. Na segunda aula, o foco é a interação verbal e o desenvolvimento de competências sociais através da roda de debate. A terceira aula culmina no jogo de tabuleiro, oferecendo uma oportunidade prática para aplicar os conhecimentos e habilidades adquiridas, incentivando a expressão oral e o envolvimento dos alunos de maneira lúdica.

  • Aula 1: Confecção de fantoches de animais e personagens da floresta.
  • Momento 1: Introdução e apresentação do tema (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula apresentando o tema das aventuras na floresta encantada e explique que os alunos irão criar fantoches para representar animais e personagens. Pergunte aos alunos se eles conhecem histórias de florestas e personagens que moram lá. É importante que todos participem mencionando personagens que conhecem ou gostariam de conhecer. Aproveite para reforçar a importância do trabalho em equipe na criação de algo novo.

    Momento 2: Planejamento da criação dos fantoches (Estimativa: 15 minutos)
    Reúna os alunos em pequenos grupos e forneça papéis e lápis de cor. Oriente-os a discutirem e decidirem quais personagens da floresta desejam criar como fantoches. Permita que esbocem ideias no papel. Observe se todos estão participando das discussões e incentive a criatividade. Sugestão de intervenção: se algum grupo tiver dificuldade em se decidir, sugira uma votação entre as ideias propostas.

    Momento 3: Criação dos fantoches (Estimativa: 25 minutos)
    Distribua os materiais como tecidos, papel, tesouras e cola para os grupos. Cada aluno pode fazer seu próprio fantoche ou trabalhar em duplas. Dê liberdade para que as crianças escolham as cores e detalhes dos seus personagens. Observe se todos estão manipulando os materiais de forma correta e segura. É importante que todos compartilhem os materiais e ajudem uns aos outros conforme necessário. Avalie o engajamento e a criatividade de cada grupo.

    Momento 4: Apresentação dos fantoches (Estimativa: 10 minutos)
    Peça aos grupos que apresentem rapidamente seus fantoches para a turma. Incentive os alunos a descreverem brevemente as características e personalidade dos seus personagens. Promova uma pequena roda de conversa onde todos possam fazer perguntas ou dar sugestões sobre os fantoches dos outros grupos. Avalie o uso da oralidade e a capacidade de cada aluno em expressar suas ideias.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Crie um ambiente acolhedor onde todos os alunos tenham a oportunidade de participar das atividades. Forneça assistência individual conforme necessário e adapte os materiais para aqueles que possam ter dificuldades em manipular as ferramentas. Use frases curtas e claras ao dar instruções, e tenha imagens de referência para ajudar visualmente na compreensão das tarefas. Além disso, permita que alunos que têm mais facilidade auxiliem os demais colegas em um contexto de colaboração.

  • Aula 2: Roda de debate sobre histórias preferidas e análise de personagens.
  • Momento 1: Abertura e Apresentação da Atividade (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula reunindo os alunos em um círculo. Explique que nesta aula eles participarão de uma roda de debate onde cada um poderá compartilhar suas histórias preferidas e discutir sobre os personagens. Ressalte a importância de ouvir os colegas e aguardar a sua vez de falar. Peça que escolham antemão uma história que gostariam de comentar durante o debate. Observe se todos os alunos estão engajados e compreendem a dinâmica da atividade.

    Momento 2: Apresentação das Histórias Preferidas (Estimativa: 20 minutos)
    Dê a cada aluno a oportunidade de falar brevemente sobre sua história preferida. Oriente-os a descrever o enredo de forma simples e mencionar os personagens principais. Incentive-os a falar sobre o que os atraiu na história e quais personagens mais gostaram. Intervenha se necessário para ajudar alunos que possam estar nervosos ou inseguros. Avalie a capacidade de cada aluno em se expressar oralmente e a clareza na comunicação.

    Momento 3: Análise de Personagens (Estimativa: 20 minutos)
    Após todos terem apresentado suas histórias, inicie uma discussão sobre os personagens favoritos dos alunos. Incentive a turma a refletir sobre as características dos personagens, suas emoções e ações dentro das histórias. Pergunte como eles se sentem em relação aos personagens e se algum deles lembra alguém que eles conhecem. Pode ser necessário lembrar que todos devem respeitar as opiniões dos colegas e dar espaço para cada um se expressar. Avalie a capacidade dos alunos em identificar e discutir características dos personagens.

    Momento 4: Reflexão e Fechamento (Estimativa: 10 minutos)
    Conclua a aula pedindo que os alunos compartilhem o que aprenderam durante a discussão. Pergunte o que acharam mais interessante e o que gostariam de explorar mais nas próximas aulas. Encoraje as crianças a continuarem pensando sobre as histórias e personagens após o término da atividade. Registre as impressões dos alunos para planejamento futuro e observe se eles conseguem sintetizar suas experiências.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Crie um ambiente no qual todos sintam-se confortáveis para participar. Ofereça suporte adicional para alunos que podem precisar de auxílio para se expressar, como permitir que desenhem ao invés de falar. Use o reforço positivo para encorajar a participação. Adapte o tempo dado a cada aluno conforme a necessidade individual, proporcionando pausas conforme necessário para manter todos engajados. Utilize recursos visuais ou cartões ilustrativos com emoções e ações de personagens para facilitar a análise e interpretação.

  • Aula 3: Jogo de tabuleiro personalizado com contação de histórias.
  • Momento 1: Introdução ao Jogo de Tabuleiro (Estimativa: 10 minutos)
    Apresente o jogo de tabuleiro personalizado aos alunos e explique que ele será uma ferramenta para exercitar a contação de histórias. Mostre as regras básicas do jogo, enfatizando que, a cada jogada, será necessário contar um trecho de uma história para avançar. Estimule o entusiasmo para a atividade, destacando a importância do uso da imaginação e do respeito às contribuições dos colegas.

    Momento 2: Preparação dos Grupos e Materiais (Estimativa: 10 minutos)
    Divida os alunos em pequenos grupos e forneça a cada grupo um tabuleiro, pecinhas e dados feitos de materiais recicláveis. Explique que cada grupo terá um tema específico relacionado à floresta encantada para guiar suas histórias e organize os grupos em espaços diferenciados da sala. Observe se todos têm acesso aos materiais e ofereça suporte para iniciar o jogo, se necessário.

    Momento 3: Desenvolvimento do Jogo (Estimativa: 30 minutos)
    Permita que os grupos comecem a jogar, incentivando-os a colaborar inventando e contando histórias à medida que avançam nas casas do tabuleiro. Circule pela sala para ajudar os grupos que possam ter dificuldades em criar trechos de histórias. Sugira perguntas ou ideias inspiradoras para desbloquear a criatividade dos alunos, se necessário. Avalie a participação de cada aluno na atividade e a coesão das narrativas contadas.

    Momento 4: Conclusão e Compartilhamento (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna os grupos novamente e peça que compartilhem com a turma um resumo da história que criaram durante o jogo. Incentive os alunos a darem feedbacks positivos sobre as histórias dos colegas, destacando os trechos ou personagens mais criativos. Finalize a aula perguntando o que os alunos aprenderam com a atividade e discutindo possíveis melhorias para uma próxima sessão.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Garanta que os alunos mais tímidos ou que possam ter dificuldades de expressão oral sejam emparelhados com colegas mais extrovertidos, para incentivar a confiança e a troca de ideias. Ofereça diferentes maneiras de participar, como desenhar ou expressar suas histórias através de expressões faciais. Utilize cartões ilustrativos com imagens que possam ajudar na elaboração e continuidade das histórias. Crie um ambiente acolhedor onde todos se sintam valorizados e incluídos, sem pressão de desempenho.

Avaliação

A avaliação será contínua e diversificada, proporcionando um quadro completo dos progressos dos alunos. Inicialmente, observações durante as atividades práticas permitirão ao professor identificar o engajamento e a criatividade de cada aluno. Para a roda de debate, serão considerados a participação, a clareza na comunicação e a capacidade de argumentação. Durante o jogo, a avaliação se centrará na habilidade de contar histórias de forma coerente e no trabalho em equipe. O feedback será formativo e ajustado às necessidades de cada aluno, promovendo a autorreflexão e o progresso contínuo. Adaptações serão feitas para estudantes com diferentes níveis de habilidade, garantindo a equidade e inclusão durante todo o processo avaliativo.

  • Observação das atividades práticas e engajamento.
  • Participação e contribuição na roda de debate.
  • Coerência e capacidade narrativa durante o jogo.

Materiais e ferramentas:

Os recursos utilizados nas aulas são cuidadosamente selecionados para enriquecer o processo de aprendizagem sem onerar excessivamente o professor. Materiais básicos e de fácil acesso, como papel, lápis de cor, tecidos e botões para a confeção dos fantoches, são utilizados na primeira aula. Na roda de debate, apenas papéis e fichas para anotações são necessários. O jogo de tabuleiro pode ser confeccionado com cartolina e adesivos, permitindo personalização. Além disso, recursos multimídia opcionais, como vídeos curtos ou áudios, podem ser usados para introduzir ou concluir as atividades, garantindo que o conteúdo seja acessível e estimulante.

  • Papel, lápis de cor, tecidos e adereços para fantoches.
  • Papéis e fichas para anotações na roda de debate.
  • Cartolina, adesivos e dados para o jogo de tabuleiro.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que a carga de trabalho dos professores é intensa, mas é crucial implementar estratégias que garantam a inclusão e a acessibilidade para todos os alunos. Propostas simples, como assegurar que os recursos visuais sejam adequados e diversificados, são indispensáveis para engajar cada criança. Além disso, fornecer diversas formas de expressão, como desenho, escrita e verbalização, auxilia no desenvolvimento pleno de cada aluno. Incentivar a escuta ativa e a empatia é essencial, permitindo que os alunos aprendam com as diferenças dos colegas. O uso de pequenos grupos em atividades práticas pode promover interações significativas sem a necessidade de complexas adaptações estruturais.

  • Adequação de recursos visuais para maior compreensão.
  • Diversificação nos meios de expressão (desenho, escrita, verbalização).
  • Formação de pequenos grupos para atividades práticas.

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