A atividade pedagógica proposta visa proporcionar aos alunos do 3º ano do Ensino Médio uma experiência imersiva e educativa sobre um dos eventos mais significativos da história contemporânea: a Conferência de Berlim. Através de uma abordagem prática e interativa, os estudantes assumirão os papéis de representantes das principais potências europeias da época para negociarem e dividirem o continente africano em zonas de influência. Prevendo a execução em duas aulas de 50 minutos, esta simulação requer que os alunos realizem pesquisas em casa sobre seus respectivos papéis e os interesses nacionais das potências que representarão. O objetivo é fomentar uma compreensão crítica sobre as motivações subjacentes ao neocolonialismo e as consequências duradouras das divisões arbitrárias impostas à África. Esta atividade mobiliza competências ligadas à pesquisa, argumentação, negociação e sensibilidade histórica, ao recriar de forma educativa o cenário diplomático que marcava o século XIX.
Esta atividade foi cuidadosamente planejada para proporcionar aos alunos do último ano do ensino médio uma compreensão profunda sobre as complexas dinâmicas do neocolonialismo e sua manifestação durante a Conferência de Berlim. Por meio de pesquisa prévia e da participação ativa na simulação das negociações, espera-se que os estudantes desenvolvam habilidades de análise crítica, compreendendo as motivações políticas, econômicas e sociais por trás das divisões do continente africano. Além disso, visa-se promover uma apreciação das consequências de longo prazo desses atos, tanto para os países africanos quanto para as relações internacionais contemporâneas.
A atividade se concentra em explorar a Conferência de Berlim (1884-1885), que estabeleceu as regras para a divisão da África entre as potências coloniais europeias. Este conteúdo permite abordar conceitos como o neocolonialismo, diplomacia, e a competição geopolítica do século XIX, fornecendo um pano de fundo para discutir as implicações históricas e atuais dos processos coloniais. Além disso, reforça a importância de habilidades diplomáticas e de negociação em contextos internacionais.
Esta atividade adota a metodologia ativa 'Sala de Aula Invertida', incentivando que os alunos se envolvam com o material de estudo em casa antes de participarem da simulação em sala de aula. Durante a atividade prática 'Mão-na-massa', os estudantes aplicarão seus conhecimentos para realizar negociações, assumindo os papéis dos representantes europeus. Este método promove engajamento ativo, permitindo que os alunos experimentem de maneira prática os dilemas e desafios enfrentados durante a Conferência de Berlim.
A atividade será dividida em duas sessões de 50 minutos cada. Na primeira sessão, os alunos serão introduzidos aos objetivos e à dinâmica da simulação, sendo divididos em grupos representando diferentes potências. Na segunda sessão, os alunos conduzirão as negociações, aplicando os conhecimentos adquiridos em suas pesquisas.
A avaliação será baseada na participação ativa durante a simulação, a qualidade e profundidade da pesquisa realizada em casa, bem como a habilidade de argumentação demonstrada durante as negociações. Além disso, será considerada a capacidade de reflexão crítica sobre as implicações das ações das potências europeias mostrada no debate final. A participação do grupo como um todo também será avaliada, incentivando o trabalho em equipe e a colaboração entre os alunos.
Os recursos necessários para a realização desta atividade incluem acesso à internet para a pesquisa em casa, materiais para a anotação das negociações durante a simulação, tais como quadro branco, marcadores e papel, além de cópias de mapas do século XIX da África para referência durante as negociações. Recomenda-se também a utilização de recursos digitais, como apresentações em slides ou vídeos sobre a Conferência de Berlim, para enriquecer o aprendizado.
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