A atividade 'Em Busca do Novo Mundo' levará os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental em uma jornada pelo período das grandes navegações, entre os séculos XIV e XVI. Divididos em grupos, representando diferentes nações, terão o desafio de planejar e executar uma expedição ao Novo Mundo. Será necessário fazer escolhas sobre rotas, equipamentos, e gerenciar imprevistos que surgirão por cartas-surpresa. Este projeto visa não só integrar os alunos em um ambiente de decisões estratégicas baseadas em eventos históricos, mas também aprofundar o conhecimento sobre as complexidades das navegações atlânticas e pacíficas, promovendo a interação grupal e aplicação prática do conhecimento teórico adquirido em aula.
Este projeto visa proporcionar aos alunos uma compreensão mais profunda das grandes navegações e seus impactos globais, possibilitando não somente o conhecimento de fatos, mas também o entendimento das motivações, desafios e consequências dessas jornadas. Ao colocar os estudantes no papel de planejadores e navegadores, busca-se fomentar habilidades como trabalho em equipe, pensamento crítico, resolução de problemas e tomada de decisões baseadas em análise histórica e contexto. Espera-se que, ao final da atividade, os alunos possam relacionar os conhecimentos adquiridos com questões contemporâneas, reconhecendo a importância do passado no entendimento do presente.
O conteúdo programático extende-se das origens e motivações das grandes navegações, abordando detalhes das rotas atlânticas e pacíficas, os desafios enfrentados pelos navegadores e os impactos culturais, econômicos e políticos destas jornadas. Será explorada a transição da Idade Média para a Moderna, ressaltando o papel das navegações neste processo transformador, incluindo as modificações nas perspectivas geopolíticas e socioeconômicas.
A atividade será desenvolvida com base na metodologia ativa, onde os alunos serão os protagonistas da aprendizagem. Através da simulação histórica, irão vivenciar o processo de planejamento e execução de uma expedição marítima, tomando decisões baseadas em dados e situações apresentadas. As problematizações acontecerão via cartas-surpresa, as quais trarão eventos históricos inesperados que exigirão respostas imediatas. O uso do debate e da argumentação entre os grupos promoverá a reflexão crítica sobre cada decisão tomada.
A atividade terá duração prevista de 20 horas, distribuídas em 24 aulas de 50 minutos cada, permitindo uma imersão aprofundada no tema e uma experiência significativa de aprendizado. Será dividida em etapas que incluem a introdução ao conteúdo, planejamento da expedição, execução, até a análise e debriefing final.
A avaliação será baseada nos critérios de engajamento do grupo, qualidade do planejamento e execução da expedição, capacidade de adaptação aos eventos surpresa e profundidade da análise e reflexão nas apresentações finais. Serão utilizados como métricas o desempenho na simulação, a contribuição individual e coletiva para as atividades em grupo, além da participação nas discussões e capacidade de argumentação. Exemplos práticos incluirão a avaliação da escolha estratégica das rotas e dos equipamentos, a gestão de crises simuladas pelas cartas-surpresa, e a capacidade de relacionar as decisões tomadas no contexto das repercussões históricas.
Para a execução da atividade, será necessário o uso de materiais como mapas históricos, réplicas de instrumentos de navegação, cartas-surpresa preparadas previamente pelo professor com eventos históricos, além de acesso à internet para pesquisas complementares. Adicionalmente, recursos audiovisuais como vídeos e documentários sobre as grandes navegações podem enriquecer o conteúdo apresentado e motivar ainda mais os alunos.
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