Simulação da ONU: Diplomacia em Ação

Desenvolvida por: Ediala… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Geopolítica mundial e relações internacionais
Temática: Relações Internacionais e Geopolítica Mundial

A atividade consiste em uma simulação das Nações Unidas, onde os alunos representarão diferentes países em um debate sobre um tema atual de geopolítica mundial. Cada grupo de alunos deverá defender os interesses de seu país, formar alianças, negociar e apresentar propostas de resolução. O propósito é desenvolver habilidades de pensamento crítico, negociação e comunicação, além de proporcionar uma compreensão prática das dinâmicas internacionais. Os alunos terão a oportunidade de explorar a complexidade das relações internacionais, colocando-se no lugar de diplomatas e líderes mundiais para solucionar problemas globais. A atividade proporciona uma plataforma para discussão sobre temas éticos e sociais contemporâneos, incentivando o protagonismo estudantil e o aprendizado colaborativo. Além disso, promove a capacidade de análise crítica ao interpretar dados e desenvolver estratégias de atuação, habilitando os alunos a aplicar teorias em contextos práticos, como sustentabilidade e tecnologia. A atividade culminará com a apresentação de uma resolução final, onde os alunos exercerão suas habilidades comunicativas em um contexto de simulação realista.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem da atividade são amplos e incorporam o desenvolvimento de uma variedade de habilidades e competências. Em primeiro lugar, os alunos desenvolverão um entendimento profundo das dinâmicas internacionais, considerando aspectos políticos, econômicos, sociais e ambientais. Eles serão incentivados a pensar criticamente sobre situações complexas e a formular estratégias de ação com base em dados e informações disponíveis. A atividade também visa aprimorar as habilidades de comunicação escrita e oral, pois os alunos devem articular seus argumentos de forma persuasiva e clara. Além disso, promoverá a cooperação e trabalho em equipe, já que os alunos precisarão se unir a colegas para formar alianças e negociar resoluções. Os estudantes também deverão exercer suas habilidades analíticas ao avaliar propostas, o que aumenta sua capacidade de argumentar e interpretar diferentes pontos de vista. Por fim, a atividade ajuda a criar consciência global e cultural, permitindo que os alunos compreendam melhor as perspectivas de diferentes nações e as dinâmicas que afetam as relações internacionais.

  • Interpretar e avaliar as dinâmicas internacionais no contexto da geopolítica mundial.
  • Desenvolver habilidades de comunicação persuasiva, tanto escrita quanto oral.
  • Fomentar a cooperação e a colaboração entre pares.
  • Analisar criticamente propostas de resolução e tomar decisões informadas.
  • Aumentar a consciência global e cultural através do entendimento das perspectivas internacionais.

Habilidades Específicas BNCC

  • EM13CHS103: Analisar e avaliar criticamente diferentes formas de organização social e suas implicações na vida dos indivíduos e na coletividade.
  • EM13CHS204: Analisar o papel das instituições nacionais e internacionais na promoção da justiça social e na resolução de conflitos.
  • EM13CHS506: Avaliar as estratégias geopolíticas e suas implicações para a soberania nacional e para a integração regional e mundial.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático da atividade envolve o estudo detalhado de temas chave na geopolítica mundial, incluindo a análise de conflitos internacionais, a diplomacia como meio de resolução de disputas, e os interesses econômicos e sociais que influenciam as relações entre nações. Os alunos irão explorar conceitos essenciais como soberania, autossuficiência, e estratégias de cooperação internacional. Através de leituras preparatórias e discussões em sala de aula, eles serão expostos a estudos de caso representativos das complexidades da cena global. O conteúdo também incluirá uma introdução aos procedimentos e protocolos das Nações Unidas, permitindo que os alunos compreendam o papel e a função dessa organização em contexto prático. A análise de tratados internacionais e a avaliação de políticas nacionais e regionais permitirá uma compreensão mais profunda das interconexões entre as nações, fundamentando a simulação em uma base teórica robusta e atualizada.

  • Conflitos internacionais e diplomacia.
  • Soberania e autossuficiência.
  • Cooperação internacional e protocolos das Nações Unidas.
  • Análise de estudos de caso em geopolítica.
  • Avaliação de tratados internacionais e políticas regionais.

Metodologia

A metodologia proposta para a atividade combina diferentes abordagens pedagógicas, promovendo um ambiente ativo e colaborativo de aprendizagem. Inicialmente, os alunos irão mergulhar em leituras e estudos preparatórios sobre os temas de geopolítica selecionados, incentivando a aprendizagem autodirigida. Em seguida, o uso de uma simulação de ONU oferece uma experiência prática de aprendizagem baseada em problemas, onde os alunos desempenham papéis específicos e tentam resolver um problema global dentro de um estrutura realista. Os debates em sala de aula servirão para facilitar o desenvolvimento de habilidades de negociação e argumentação. Serão fomentadas discussões fundamentais para a construção de compromissos e soluções consensuais, enquanto as apresentações finais fornecerão um espaço para aprimorar as habilidades de comunicação dos alunos. O uso de simulação como metodologia ativa não só engaja os estudantes na aprendizagem significativa, mas também fomenta um senso de responsabilidade coletiva e individual sobre questões globais atuais.

  • Leituras e estudos preparatórios.
  • Simulação prática de ONU.
  • Debates em sala de aula.
  • Apresentações de resoluções finais.
  • Trabalho em grupos colaborativos.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade centraliza-se em uma aula única de 60 minutos. Durante esta aula, os alunos participarão ativamente da simulação da ONU. O tempo será dividido estrategicamente para garantir que todas as partes essenciais da atividade sejam cobertas eficientemente. Inicialmente, haverá uma breve introdução onde os alunos serão lembrados dos procedimentos a serem seguidos durante a simulação. A maior parte da aula será dedicada ao debate e negociação entre os grupos, onde os alunos terão a oportunidade de se engajar em discursos e estabelecer alianças. Finalmente, haverá uma sessão de encerramento onde cada grupo apresentará sua proposta de resolução, seguindo de feedback coletivo e reflexão sobre a experiência. Esta estrutura permite que todos os objetivos de aprendizagem sejam cuidadosamente abordados, ao mesmo tempo que oferece flexibilidade para o professor adaptar o fluxo da aula às necessidades contextuais dos alunos.

  • Aula 1: Participação ativa na simulação da ONU com foco em debate, negociação e apresentação de resoluções.
  • Momento 1: Introdução à Simulação da ONU (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula apresentando aos alunos o propósito da simulação da ONU. Explique brevemente o cenário geopolítico que eles estarão discutindo e esclareça o papel de cada grupo de alunos como representantes de diferentes países. É importante que use materiais visuais, como mapas ou slides, para tornar a explicação mais atrativa. Verifique se todos os alunos conseguem identificar claramente seu país e entender suas principais características e interesses.

    Momento 2: Preparação para o Debate (Estimativa: 15 minutos)
    Divida os alunos em grupos, cada um representando um país. Peça que dentro dos grupos, os estudantes discutam e definam as principais estratégias de atuação e os interesses a serem defendidos durante o debate. Incentive que anotem pontos-chave que considerem importantes para serem abordados. Circulando entre os grupos, auxilie na organização das ideias e sugira questões que podem ser exploradas individualmente. Avalie informalmente o engajamento e a articulação das propostas dentro dos grupos.

    Momento 3: Debate e Negociação (Estimativa: 20 minutos)
    Convide os grupos a iniciarem o debate, garantindo que cada um tenha um tempo equânime para expor suas posições. Fomente um ambiente de respeito mútuo e argumentação construtiva. Intervenha quando necessário para dar suporte em casos de conflito e encoraje negociações entre os países, abrindo espaços para negociação e formação de alianças. Avalie as habilidades de comunicação persuasivas e cooperação entre pares observando a habilidade dos alunos em negociação e mediação de conflitos.

    Momento 4: Apresentação de Resoluções e Avaliação (Estimativa: 15 minutos)
    Finalize a simulação com cada grupo apresentando uma proposta de resolução baseada nas negociações realizadas durante o debate. Peça que usem os documentos colaborativos online se possível para formalizar suas propostas, que também deverão ser entregues no final da atividade. Permita que a turma como um todo discuta e vote sobre a viabilidade das resoluções apresentadas. Utilize essa atividade como avaliação por pares focando na qualidade dos argumentos e na persuasão.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunas ou alunos que possam necessitar de mais apoio, como aqueles que entram em conflito facilmente em debates ou com dificuldades de cumprir papel de liderança, permita que assumam outras funções dentro do grupo, como a de redatores ou pesquisadores, para que se sintam incluídos e participativos na atividade. Incentive um ambiente colaborativo onde todos possam contribuir de forma a respeitar suas habilidades e ritmos preferidos. Caso necessário, flexibilize as regras do debate para facilitar a compreensão e participação de todos, utilizando gráficos e materiais visuais de apoio no debate.

Avaliação

A avaliação nesta atividade será diversificada e adaptada às habilidades específicas que se deseja desenvolver. Três principais metodologias de avaliação serão empregadas: avaliação formativa contínua, autoavaliação e avaliação por pares. Na avaliação formativa contínua, o objetivo é observar e fornecer feedback aos alunos durante o processo de simulação, destacando suas habilidades de comunicação, capacidade de negociação e participação no grupo. Os critérios de avaliação incluirão a articulação do discurso, a capacidade de resolver conflitos e o nível de envolvimento nas discussões. Na autoavaliação, os alunos serão encorajados a refletirem sobre suas próprias contribuições e aprendizagens, promovendo o autoconhecimento e a melhoria contínua. Exemplo prático disso seria pedir aos alunos para preencher um formulário reflexivo após a atividade, no qual eles poderiam mencionar seus pontos fortes e aspectos a melhorar. Na avaliação por pares, os grupos avaliarão mutuamente suas propostas de resolução, utilizando critérios objetivos previamente acordados, como clareza, exequibilidade e inovação da proposta. Essa diversificação permite uma visão abrangente do desempenho dos alunos e fomenta a cultura de feedback construtivo e colaborativo.

  • Avaliação formativa contínua com feedback durante a atividade.
  • Autoavaliação através de formulários reflexivos.
  • Avaliação por pares focada nas propostas de resolução.

Materiais e ferramentas:

Para a execução bem-sucedida desta atividade, uma variedade de recursos e ferramentas será necessária. Eles incluirão materiais impressos, como breves resumos de países e práticas das Nações Unidas, que servirão de guia para a preparação dos alunos. Recursos audiovisuais, como apresentações sobre temas geopolíticos, poderão enriquecer o entendimento prévio dos alunos. Tecnologias digitais, como plataformas de videoconferência, poderão ser utilizadas para conectar alunos com especialistas ou outros alunos de diferentes regiões, simulando uma conexão internacional de verdade. Além disso, o uso de documentos colaborativos online facilitará a construção conjunta de resoluções e o registro do progresso dos debates. É importante que todo esse conjunto de recursos seja facilmente acessível e que não onere financeiramente, garantindo que todos os alunos tenham igual oportunidade de engajamento.

  • Materiais impressos de resumos de países e práticas da ONU.
  • Recursos audiovisuais para apresentações geopolíticas.
  • Plataformas digitais de conferência.
  • Documentos colaborativos online para construções de resoluções.

Inclusão e acessibilidade

Reconhecemos o esforço coletivo dos professores em garantir que suas aulas sejam inclusivas e acessíveis. Assim sendo, embora não haja alunos com deficiência específica nesta turma, recomendam-se estratégias práticas que valorizem o acesso equitativo e a representatividade. Por exemplo, é possível garantir que os materiais sejam apresentados em formatos diferentes, como texto impresso e digital, para contemplar diversos estilos de aprendizado. Privilegiar o uso de linguagem inclusiva durante as discussões e assegurar que todos os estudantes tenham a oportunidade de participar é vital para um ambiente inclusivo. A utilização de recursos visuais pode ser adaptada para alunos que possuam dificuldades com textos mais densos. Além disso, é recomendado monitorar constantemente o engajamento dos alunos e ficar atento a sinais de dificuldade, promovendo um espaço seguro onde todos se sintam respeitados e incentivados a participar livremente. Esse tipo de atenção e cuidado evidencia um compromisso com a equidade educacional em todos os níveis de aprendizagem.

  • Apresentar materiais em formato impresso e digital.
  • Uso de linguagem inclusiva nas discussões.
  • Adaptação de recursos visuais para facilitar a compreensão.
  • Monitoramento constante do engajamento dos alunos.
  • Criação de um ambiente seguro e respeitoso para participação.

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