Os alunos irão criar um mural expressando as emoções e experiências que compartilham em diferentes espaços de vivência, como a escola, casa ou parques. Eles trabalharão em grupos para desenhar ou recortar imagens de revistas que simbolizam sentimentos como felicidade, amor e respeito. Os grupos irão compartilhar suas colagens, discutindo como as emoções podem ser diferentes de acordo com os ambientes e como isso contribui para a construção de uma sociedade mais solidária e compreensiva.
A atividade visa desenvolver nos alunos a habilidade de reconhecer e expressar emoções em diferentes contextos, promovendo a empatia e a compreensão mútua. Ao realizar atividades em grupo, incentiva-se o trabalho colaborativo, a expressão criativa e a reflexão sobre identidades. Os alunos aprendem a valorizar sentimentos e a compreensão das experiências, o que fortalece a construção de um ambiente inclusivo e solidário na sala de aula, alinhando-se aos princípios da BNCC para o ensino fundamental.
O conteúdo programático da atividade inclui o reconhecimento de emoções e a exploração de experiências cotidianas, refletindo sobre os espaços de convivência e suas influências nas interações sociais. A atividade busca integrar identidade, autoestima e a construção de valores de respeito e solidariedade. Através da criação de murais, os alunos aplicam conceitos de autoconsciência e alteridade, elementos essenciais na formação do Ensino Religioso, com aplicação prática e reflexiva no cotidiano escolar e familiar.
A metodologia empregada na atividade promove a aprendizagem colaborativa, onde os alunos trabalham em grupos para criar murais, permitindo a troca de ideias e favorecendo o desenvolvimento de habilidades sociais. A atividade é planejada para ser inclusiva e acolhedora, considerando o suporte necessário para alunos com necessidades específicas. A interação entre os estudantes é central, estimulando o diálogo e permitindo que cada aluno contribua com suas experiências. O uso de materiais visuais possibilita uma aprendizagem diversificada e envolvente.
A atividade está estruturada em uma aula de 60 minutos. Durante esse tempo, os alunos terão a oportunidade de trabalhar em grupos, explorar materiais, e realizar apresentações de seus murais. A organização do tempo é fundamental para permitir que os alunos compartilhem suas experiências e reflexões, ampliando o aprendizado. O cronograma considera momentos de orientação, execução da tarefa e socialização dos resultados, assegurando que todos os alunos tenham oportunidades igualitárias de participação.
Momento 1: Introdução ao Tema (Estimativa: 10 minutos)
Comece a aula perguntando às crianças sobre como elas se sentem em diferentes lugares do dia a dia deles, como em casa, na escola ou no parque. Permita que algumas crianças compartilhem suas respostas brevemente. Explique que elas irão criar um mural coletivo que irá mostrar as emoções que sentem nesses lugares. É importante que o professor incentive a participação de todos, respeitando o tempo de fala de cada um.
Momento 2: Formação dos Grupos e Explicação da Atividade (Estimativa: 10 minutos)
Divida a turma em grupos de 4-5 alunos e distribua os materiais: cartolinas, revistas, tesouras e cola. Explique que cada grupo deverá recortar ou desenhar imagens que representem emoções e ambientes. Oriente que eles podem discutir entre si e decidir quais imagens usar. Observe se todos os alunos estão participando das decisões do grupo.
Momento 3: Criação do Mural (Estimativa: 25 minutos)
Dê início à fase de criação do mural. Permita que os alunos trabalhem em seus grupos, monitorando para garantir que estejam colaborando efetivamente e que cada criança tenha a chance de contribuir. Este é o momento de intervir caso algum aluno precise de ajuda para se integrar ao grupo. É importante que cada grupo escolha um 'porta-voz' para apresentar o trabalho posteriormente.
Momento 4: Apresentação dos Murais e Discussão (Estimativa: 15 minutos)
Convide cada grupo a apresentar seu mural para a turma, explicando as imagens escolhidas e as emoções que representam. Após cada apresentação, abra para perguntas e discussões sobre como os sentimentos podem ser influenciados pelo ambiente. Incentive os alunos a refletirem sobre como podem respeitar e entender as emoções dos outros.
A avaliação da atividade é formativa, focada no processo e desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos alunos. As metodologias avaliativas incluem observação direta das interações entre os alunos para identificar a expressão das emoções e o trabalho colaborativo. Os critérios de avaliação consideram a participação ativa, a criatividade na construção dos murais e a capacidade dos alunos de refletirem sobre os temas propostos. Exemplos práticos de aplicação incluem a elaboração de um feedback construtivo para cada grupo, destacando os pontos fortes e possíveis áreas de melhoria, e a adaptação de critérios para atender às necessidades específicas dos alunos com condições especiais.
Os materiais e recursos para a atividade incluem cartolinas, revistas, tesouras, cola, marcadores e materiais diversos para colagem. Esses recursos são selecionados para apoiar uma experiência de aprendizagem sensorial e visual, promovendo engajamento e expressão criativa. A escolha dos materiais visa ser acessível e econômica, favorecendo sua utilização sem limitações financeiras. O ambiente deverá ser cuidadosamente preparado para atender às necessidades dos alunos com condições específicas, assegurando um espaço organizado e seguro para a realização da atividade.
Sabemos que a sobrecarga de trabalho e afazeres diários dos professores é grande, mas é fundamental garantir a inclusão e acessibilidade de todos os alunos na atividade. Recomenda-se que os materiais didáticos sejam adaptados para facilitar a compreensão e manuseio, especialmente para alunos com transtorno do espectro autista. Estratégias de comunicação clara e direta devem ser empregadas, utilizando recursos visuais para facilitar o entendimento. O professor pode criar um ambiente acolhedor e seguro, promovendo interações sociais positivas e intervenções em momentos de dificuldade. Manter um diálogo aberto com as famílias dos alunos também é uma estratégia importante para assegurar o suporte contínuo e eficaz no processo de aprendizado.
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