Circuito da Natureza: Superando Limites!

Desenvolvida por: Iracil… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Educação Física
Temática: Práticas corporais de aventura, Esportes, Ginásticas

Esta atividade tem como foco integrar o aprendizado ao ar livre, desafiando os alunos do 9º ano a participar de um circuito de práticas corporais de aventura em um parque ou bosque. Durante cinco aulas, os alunos aprenderão a identificar riscos associados a atividades na natureza e a formular estratégias para superar desafios, sempre respeitando normas de segurança. Além disso, os alunos participarão de discussões sobre como essas práticas influenciam a saúde e o bem-estar. O objetivo principal é desenvolver habilidades de cooperação e liderança, incentivando os alunos a se envolverem em atividades que combinam natureza e exercícios físicos, promovendo o trabalho em equipe, o respeito mútuo e a responsabilidade coletiva.

Objetivos de Aprendizagem

O principal objetivo de aprendizagem desse plano de aula é incentivar os alunos a explorar atividades físicas em ambientes naturais, promovendo a conscientização sobre o corpo e seus limites, bem como a importância da segurança durante essas atividades. A atividade visa preparar os alunos para identificar riscos na prática de esportes de aventura, desenvolver estratégias para enfrentar desafios e a importância de seguir as normas de segurança. Além disso, encoraja o desenvolvimento de habilidades sociais, como cooperação e liderança, fundamentais para o sucesso em atividades coletivas em ambientes variados.

  • Desenvolver habilidades de cooperação e liderança em práticas ao ar livre.
  • Identificar riscos e elaborar estratégias para atividades de aventura.
  • Compreender a importância da segurança em práticas esportivas.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF89EF10: Experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corporal, identificando as exigências corporais dos mesmos.
  • EF89EF11: Identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e cuidado consigo mesmo.
  • EF89EF20: Identificar riscos, formular estratégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático desta atividade está estruturado de forma a desenvolver habilidades físicas e cognitivas por meio de práticas corporais de aventura. Trabalha aspectos de conscientização corporal e apresenta aos alunos as diferenças entre ginástica de conscientização e condicionamento físico, além de destacar a importância de uma vida saudável e ativa. A identificação de riscos e a formulação de estratégias de segurança são centrais, permitindo que os alunos conectem a prática física à saúde integral e ao bem-estar, fundamentando-se em práticas cooperativas e de liderança.

  • Introdução às práticas corporais de aventura.
  • Diferenças entre ginástica de conscientização corporal e ginástica de condicionamento físico.
  • Identificação de riscos e práticas de segurança em atividades externas.
  • Desenvolvimento de estratégias para superar desafios físicos.
  • Discussões sobre saúde, bem-estar e impactos das atividades físicas na natureza.

Metodologia

A metodologia aplicada envolve interação direta com o ambiente natural e promove a atividade física como vetor de aprendizado. Utiliza-se um circuito de práticas de aventura que enfatiza o engajamento e o desempenho físico. Durante as aulas, os alunos serão responsáveis por analisar riscos e debater estratégias de segurança, fomentando discussões sobre saúde e bem-estar. Metodologias ativas são empregadas para encorajar a participação ativa, permitindo que os alunos explorem e relatem suas próprias experiências, contribuindo para uma aprendizagem prática, reflexiva e integrada.

  • Interação direta e prática em ambiente natural.
  • Análise e discussão de riscos e estratégias.
  • Debates sobre impacto das atividades na saúde e no bem-estar.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma é estruturado em cinco aulas de 50 minutos, cada uma com foco em aspectos distintos da prática em ambiente natural. As aulas progridem de uma introdução à atividade até a análise crítica dos insights adquiridos durante o circuito de práticas de aventura. A estruturação sem métodos ativamente definidos para cada aula oferece flexibilidade para adaptações conforme a resposta e a evolução dos alunos ao longo da atividade.

  • Aula 1: Introdução às práticas corporais de aventura e análise de segurança.
  • Momento 1: Apresentação e Contextualização (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e contextualizando a importância das práticas corporais de aventura. Explique como estas atividades proporcionam experiências únicas ao ar livre, promovendo saúde e bem-estar. Mostre exemplos de práticas e destaque a importância da segurança. Permita que os alunos compartilhem suas experiências prévias ou expectativas.

    Momento 2: Introdução às Práticas Corporais de Aventura (Estimativa: 15 minutos)
    Apresente aos alunos diferentes tipos de práticas corporais de aventura, como trilhas, escalada e rapel. Use materiais ilustrativos, como cartazes ou panfletos, para exemplificar cada atividade. Discuta com os alunos quais habilidades e cuidados são necessários para cada prática. É importante que os alunos compreendam o conceito de cooperação e liderança dentro dessas práticas.

    Momento 3: Discussão sobre Riscos e Segurança (Estimativa: 20 minutos)
    Divida a turma em pequenos grupos e entregue uma lista de atividades de aventura para cada grupo discutir os possíveis riscos associados. Peça que os grupos formulem estratégias de segurança e apresentem suas ideias para a turma. Intervenha quando necessário para corrigir ou adicionar informações sobre segurança. Avalie a capacidade dos alunos de identificar riscos e propor soluções de forma colaborativa.

    Momento 4: Síntese e Encerramento (Estimativa: 5 minutos)
    Peça aos alunos que façam uma breve reflexão sobre o que aprenderam e compartilhem suas impressões e aprendizados chave com a turma. Ressalte a conexão entre estas práticas e o desenvolvimento pessoal, como habilidades de liderança e cooperação. Reforce a importância do respeito às normas de segurança.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para os alunos com TDAH, proponha a participação ativa em discussões e movimentos durante a aula para ajudar na concentração. Dê instruções claras e curtas, utilizando gestos e materiais visuais. Para alunos com TEA, assegure-se de que o ambiente esteja organizado e calmante, e forneça informações claras e previsíveis. Ofereça apoio social através de pares durante atividades em grupo. Para alunos com dificuldades motoras, permita adaptações físicas aos exercícios e assegure que os espaços estejam acessíveis, facilitando a mobilidade e a participação ativa.

  • Aula 2: Identificação de riscos nas práticas ao ar livre.
  • Momento 1: Introdução ao Conceito de Risco (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e explique que o tema do dia será a identificação dos riscos nas práticas ao ar livre. Faça uma breve introdução sobre o que são riscos e a importância de identificá-los antes de realizar qualquer atividade de aventura. Utilize exemplos práticos e peça que os alunos citem situações do dia a dia em que eles já precisaram avaliar riscos. É importante que eles compreendam que o reconhecimento dos riscos pode prevenir acidentes.

    Momento 2: Análise de Casos Reais (Estimativa: 15 minutos)
    Divida os alunos em pequenos grupos e entregue a eles textos curtos descrevendo situações reais de práticas ao ar livre, destaque os riscos que estavam presentes. Peça que identifiquem os riscos e discutam em grupo. Circule entre os grupos, incentivando a participação de todos e intervenha quando notar equívocos na identificação dos riscos. Após as discussões, peça que cada grupo compartilhe suas conclusões com a turma.

    Momento 3: Discussão Plenária e Elaboração de Estratégias (Estimativa: 15 minutos)
    Retome a discussão em grupo para uma plenária. Permita que cada grupo apresente suas análises e estratégias sugeridas para minimizar os riscos. Incentive os alunos a pensar criticamente sobre as falhas evitáveis em cada caso apresentado. Avalie a clareza de pensamento na identificação dos riscos e a eficácia das estratégias propostas pelos grupos.

    Momento 4: Resumo e Reflexão Final (Estimativa: 10 minutos)
    Faça um resumo dos principais pontos discutidos e destaque a importância da prevenção e do planejamento ao enfrentar riscos. Peça que cada aluno reflita individualmente sobre o que aprendeu e escreva um pequeno parágrafo sobre quais cuidados seriam essenciais ao participar de uma prática ao ar livre. Recolha as reflexões escritas como forma de avaliar a compreensão individual dos alunos sobre o tema.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para incluir alunos com TDAH, mantenha a dinâmica da aula ativa e interativa, e use instruções curtas e claras. Estimule a participação durante discussões para manter o foco. Para alunos com TEA, prepare previamente os textos das situações reais com informações claras e previsíveis. Ofereça apoio social através do trabalho em grupo. Para alunos com dificuldades motoras, garanta que os materiais de leitura sejam fáceis de manusear. A organização e acessibilidade do ambiente físico também devem ser observadas para facilitar a participação plena de todos.

  • Aula 3: Desenvolvimento de estratégias para a superação de desafios.
  • Momento 1: Planejamento de Estratégias (Estimativa: 15 minutos)
    Inicie a aula recebendo os alunos e explique que o foco do dia será desenvolver estratégias para superar desafios em práticas de aventura. Divida os alunos em pequenos grupos e distribua cenários de aventura fictícios em que terão que deliberar sobre possíveis desafios e criar planos de ação. Oriente-os a considerar fatores como segurança, cooperação e liderança ao elaborar suas estratégias. Permita que cada grupo apresente rapidamente suas ideias iniciais.

    Momento 2: Análise Crítica das Estratégias (Estimativa: 20 minutos)
    Reúna a turma e escolha alguns grupos para apresentar suas estratégias detalhadamente. Incentive os outros alunos a analisarem criticamente as propostas, oferecendo feedback construtivo. Durante as discussões, intervenha para destacar boas práticas e corrigir equívocos. É fundamental promover um ambiente de reflexão, onde os alunos aprendem a pensar em solução de problemas de forma colaborativa, focando no fortalecimento de laços de equipe.

    Momento 3: Síntese e Aplicação (Estimativa: 10 minutos)
    Peça aos alunos que voltem para seus grupos e ajustem suas estratégias com base no feedback recebido. Instrua cada grupo a criar uma breve apresentação sobre como sua estratégia foi melhorada e como ela será aplicada no circuito de práticas corporais. Estimule que considerem a adaptabilidade das estratégias, ressaltando a importância de se ajustar aos desafios imprevistos.

    Momento 4: Fechamento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Conclua a aula reunindo a turma para um fechamento conjunto. Peça que cada aluno compartilhe um aprendizado chave do dia. Reforce a ideia de que a elaboração de estratégias em grupo é essencial não apenas para superar desafios físicos, mas também para o desenvolvimento pessoal e de cooperação. Ressalte a importância de adotar uma postura de liderança positiva.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para os alunos com TDAH, mantenha as discussões dinâmicas e engajantes. Forneça instruções em etapas curtas e claras para facilitar a organização deles. Para alunos com TEA, assegure que o ambiente esteja estruturado e que as atividades sejam previsíveis. Utilize colegas como suporte social e incentive um ambiente de aceitação e respeito. Para alunos com dificuldades motoras, garanta que o espaço físico permita fácil locomoção e intervenha para oferecer adaptações físicas às atividades, promovendo a participação ativa de todos.

  • Aula 4: Participação no circuito de práticas corporais.
  • Momento 1: Orientação Inicial e Aquecimento (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula reunindo todos os alunos e explique o que será desenvolvido no circuito de práticas corporais. Destaque a importância de seguir as instruções de segurança e explique a estrutura do circuito. Realize aquecimento físico com alongamentos e exercícios leves para prevenir lesões. Avalie se os alunos estão atentos às orientações e participando do aquecimento de forma adequada.

    Momento 2: Início do Circuito de Práticas Corporais (Estimativa: 15 minutos)
    Divida a turma em grupos pequenos, garantindo variedade e inclusão em cada grupo. Comece o circuito em um ambiente previamente organizado com diferentes estações, como escalada, corrida, e atividades que envolvam força e equilíbrio. Supervise os grupos e forneça feedback imediato sobre a execução. Observe se os alunos trabalham em equipe, demonstrando cooperação e respeito.

    Momento 3: Desafio de Cooperação (Estimativa: 15 minutos)
    Durante o circuito, introduza um desafio extra que demande cooperação entre os grupos, como transportar um colega ou resolver uma situação de problema físico em conjunto. Permita que os grupos discutam rapidamente suas estratégias. Avalie a interação entre os alunos e a capacidade de liderança demonstrada nas soluções propostas. Incentive uma postura positiva e de suporte entre todos.

    Momento 4: Encerramento e Reflexão (Estimativa: 10 minutos)
    Reúna a turma novamente para concluir a aula. Permita que os alunos compartilhem experiências e o que aprenderam durante o circuito. Promova uma discussão sobre as emoções sentidas e como elas lidaram com as dificuldades encontradas. Reforce os conceitos de segurança e cooperação discutidos nas aulas anteriores. Avalie a expressão pessoal e a capacidade de reflexão dos alunos.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para atender alunos com TDAH, mantenha a dinâmica do circuito animada e incentive a mudança de atividades rapidamente para manter o foco. Forneça orientações concisas e diretas. No caso de alunos com TEA, assegure que a estrutura das atividades seja clara e previsível, oferecendo apoio de colegas nas estações do circuito. Para alunos com dificuldades motoras, adapte as atividades físicas, permitindo que participem dentro de suas capacidades, e garanta que o espaço esteja acessível e seguro. Mantenha sempre um tom positivo e de incentivo, reconhecendo o esforço e as conquistas de cada aluno.

  • Aula 5: Reflexão e discussão sobre o impacto das práticas de aventura na saúde e bem-estar.
  • Momento 1: Introdução ao Tema e Revisão Conceitual (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula cumprimentando os alunos e apresentando o tema do dia: o impacto das práticas de aventura na saúde e bem-estar. Recapitule brevemente as experiências vividas durante as atividades ao ar livre e peça que os alunos citem uma prática que mais os impactou. Explique que a reflexão será sobre como essas atividades influenciam seu estado físico e emocional.

    Momento 2: Discussão em Grupo sobre Impactos Físicos e Emocionais (Estimativa: 20 minutos)
    Divida os alunos em pequenos grupos para discutir como as práticas de aventura impactam sua saúde física, emocional e o bem-estar geral. Forneça perguntas norteadoras, como: 'Quais foram os sentimentos durante a atividade?' e 'Como essas experiências podem ser comparadas às rotinas diárias de exercícios?'. Circule entre os grupos, estimulando a participação equitativa e anotando pontos relevantes para discussão posterior.

    Momento 3: Plenária e Compartilhamento de Reflexões (Estimativa: 15 minutos)
    Reúna a turma para compartilhar as reflexões dos grupos. Permita que cada grupo apresente um ponto chave de sua discussão. Incentive os alunos a fazerem perguntas e comentarem as apresentações. Avalie a capacidade dos alunos de se expressarem de forma clara e respeitosa. Destaque as diferenças e semelhanças das perspectivas sobre saúde e bem-estar apresentadas.

    Momento 4: Síntese Final e Avaliação (Estimativa: 5 minutos)
    Finalize a sessão pedindo que cada aluno escreva individualmente uma breve reflexão sobre o que aprendeu no dia. Ofereça uma ficha de autoavaliação com perguntas sobre suas conclusões. Recolha as reflexões para avaliar a compreensão individual dos alunos e sua capacidade de conectar teoria e prática. Reforce a importância de atividades físicas seguras para o desenvolvimento pessoal e bem-estar.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Para alunos com TDAH, mantenha as discussões vibrantes e variadas, dividindo a aula em blocos dinâmicos para melhor engajamento. Use instruções curtas e claras. Para alunos com TEA, assegure que o ambiente esteja calmo e ordenado, fornecendo uma estrutura previsível às atividades. Incentive o apoio entre pares. Para alunos com dificuldades motoras, acomode-os em locais acessíveis e facilite a participação nos grupos com intervenções onde necessário. Apoie as trocas pedagógicas oferecendo alternativas para a expressão escrita, caso necessário, mantendo sempre uma abordagem encorajadora e inclusiva.

Avaliação

A avaliação será orientada por métodos diversificados para abranger o desenvolvimento das competências desejadas. 1. Objetivo: Avaliar a capacidade dos alunos de identificar riscos, formular estratégias seguras e atuar de maneira cooperativa no circuito. 2. Critérios de Avaliação: Observação direta: comunicabilidade, cooperação e uso seguro das estratégias abordadas. Feedback contínuo durante as atividades em grupo e reflexões finais, adaptando critérios para alunos com necessidades específicas. 3. Exemplo Prático: Durante uma prática, o professor observa como cada aluno se envolve nas atividades, oferece feedback individual e em grupo, e adapta as reflexões para atender às individualidades presentes na turma, proporcionando também feedbacks construtivos que reforcem o aprendizado diário.

  • Observação direta do desempenho durante as atividades físicas.
  • Reflexões finais e feedback contínuo ao longo do circuito.

Materiais e ferramentas:

Os recursos para esta atividade focam-se na simplicidade e praticidade, aproveitando o ambiente ao redor para um aprendizado rico e imersivo. Incluem itens básicos que facilitam a prática e garantem a segurança dos alunos, ao mesmo tempo que estimulam o uso criativo dos espaços abertos como parte integral do processo de ensino-aprendizagem, sem a necessidade de tecnologia digital.

  • Equipamentos de segurança adequados para práticas ao ar livre.
  • Materiais impressos com normas de segurança para consulta.
  • Espaço ao ar livre, como parque ou bosque.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que o papel do professor é desafiador e repleto de responsabilidades, mas é essencial garantir que cada aluno tenha uma experiência educativa inclusiva e eficiente. Para alunos com TDAH, pode-se usar listas de tarefas para melhorar o foco e fornecer instruções claras e diretas. Para alunos autistas, estimular a interação social através de atividades em pares com colegas que possam ser modelos de comunicação positiva é fundamental. Já para alunos com dificuldades motoras, modificar as atividades para garantir acessibilidade e segurança é crucial. Estratégias de interação, como uso de Tutor Peers, e feedbacks personalizados, asseguram que todos tenham suas necessidades atendidas. Além disso, o professor deve estar atento a sinais de desconforto, adaptando a prática conforme necessário, e manter diálogo próximo com as famílias para garantir o apoio necessário.

  • Uso de listas e rotinas estruturadas para alunos com TDAH.
  • Modificação das atividades físicas para alunos com dificuldades motoras.
  • Pareamento de alunos para facilitar interação e comunicação para alunos autistas.

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