Jogo dos Hormônios: Aventura na Puberdade

Desenvolvida por: Nidia … (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Ciências
Temática: Vida e evolução

A atividade Jogo dos Hormônios: Aventura na Puberdade é projetada para alunos do 8º ano do Ensino Fundamental com o objetivo de proporcionar uma compreensão aprofundada e interativa sobre as mudanças hormonais que ocorrem durante a puberdade. O objetivo central é engajar os alunos na criação de um jogo de tabuleiro educativo que explore os hormônios, suas funções e efeitos no corpo humano durante essa fase crucial de desenvolvimento. Durante a primeira aula, os alunos serão divididos em grupos e colaborarão para desenvolver regras, mecânicas e o conteúdo do jogo, garantindo que aspectos científicos sejam abordados de maneira lúdica e educativa. Na segunda aula, os alunos terão a oportunidade de testar os jogos criados por seus colegas, oferecendo e recebendo feedback para refinar suas criações. Esse processo não apenas é projetado para promover o conhecimento científico, mas também para estimular habilidades sociais e de colaboração, uma vez que os alunos serão incentivados a mediar discussões e apresentar argumentos embasados durante o processo de criação e avaliação dos jogos.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem da atividade envolvem tanto o desenvolvimento cognitivo quanto habilidades sociais dos alunos. No âmbito cognitivo, busca-se que os alunos analisem e expliquem os processos hormonais que ocorrem durante a puberdade, associando-os às mudanças físicas e emocionais que experimentam. A atividade estimulará a habilidade de compreender conceitos complexos e transmiti-los de forma clara através do desenvolvimento do jogo. No campo social, a atividade é estruturada para fortalecer as competências de trabalho em equipe, comunicação e argumentação, uma vez que os alunos precisam colaborar na criação do jogo e fornecer feedback construtivo. Dessa forma, pretende-se que os alunos desenvolvam uma compreensão prática e aprofundada do tema, ao mesmo tempo em que reforçam habilidades essenciais para o convívio social e acadêmico.

  • Compreender as transformações hormonais durante a puberdade.
  • Desenvolver habilidades de colaboração e comunicação em grupo.
  • Aplicar conceitos científicos na criação de jogos educativos.
  • Fornecer e receber feedback construtivo.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF08CI08: Analisar e explicar as transformações que ocorrem na puberdade considerando a atuação dos hormônios sexuais e do sistema nervoso.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático da atividade Jogo dos Hormônios: Aventura na Puberdade abrange os conceitos fundamentais relacionados aos hormônios sexuais e suas funções durante a puberdade. Os alunos explorarão a biologia dos sistemas endócrino e nervoso, investigando como as interações hormonais promovem mudanças corporais e emocionais. A temática será abordada de forma a garantir que os alunos desenvolvam uma compreensão integrada entre teoria científica e suas implicações práticas, por meio da criação de um jogo que ilustre tais conceitos. A atividade oferece oportunidades de integrar conhecimentos de biologia e saúde, além de fomentar habilidades de design de jogos, planejando narrativas e mecânicas que expliquem conceitos complexos de maneira acessível e lúdica.

  • Hormônios sexuais e suas funções.
  • Transformações físicas e emocionais na puberdade.
  • Sistema endócrino e sistema nervoso.
  • Criação de mecanismos de jogos educativos.

Metodologia

A metodologia aplicada na atividade consiste em metodologias ativas, privilegiando a aprendizagem prática e colaborativa, com base na abordagem de 'mão-na-massa'. Durante o processo de desenvolvimento dos jogos, os alunos trabalham em equipes, o que permite um ambiente de troca de ideias e construção ativa do conhecimento. Esta abordagem educacional é fundamental para o engajamento dos estudantes com o conteúdo de ciências, impulsionando-os a aplicar seus conhecimentos de forma prática, enquanto desenvolvem o jogo. A prática de testar e fornecer feedback entre colegas na segunda aula reforça o aprendizado colaborativo, promove reflexão crítica e permite ajustes que aperfeiçoam o entendimento dos conteúdos trabalhados.

  • Atividade Mão-na-massa para desenvolver jogos.
  • Trabalho em grupos para colaboração e troca de ideias.
  • Feedback entre pares para ajustar e aprimorar o jogo.

Aulas e Sequências Didáticas

O cronograma da atividade foi planejado para ser executado em duas aulas de 50 minutos cada, buscando aproveitar ao máximo o tempo disponível para aprendizagem significativa. Na primeira aula, os alunos concentram-se em pesquisar e esboçar o protótipo inicial do jogo, discutindo e definindo regras, mecânicas e aspectos de conteúdo relacionados aos hormônios e suas funções. Durante a segunda aula, eles têm a oportunidade de experimentar os jogos uns dos outros em um ambiente de teste, onde fornecerão feedback construtivo, gerando assim um ciclo de aprendizagem e aperfeiçoamento. Este cronograma não apenas organiza o tempo de forma prática, mas também incentiva a gestão eficaz do tempo pelos estudantes, preparando-os para contextos acadêmicos e profissionais futuros.

  • Aula 1: Desenvolvimento de regras e protótipos do jogo.
  • Momento 1: Introdução ao Tema e Formação dos Grupos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula apresentando brevemente o tema Jogo dos Hormônios: Aventura na Puberdade. Explique a importância de entender as mudanças hormonais durante a puberdade e como o jogo será uma ferramenta para essa compreensão. Divida a turma em grupos de 4 a 5 alunos, garantindo diversidade para fomentar diferentes perspectivas. É importante que o professor observe se todos os alunos entenderam o objetivo da atividade. Permita que os alunos escolham ou sorteiem um coordenador para liderar a discussão inicial de ideias em cada grupo.

    Momento 2: Brainstorming e Definição de Conceitos (Estimativa: 15 minutos)
    Incentive os grupos a fazerem um brainstorming sobre possíveis mecânicas, temas e regras para o jogo de tabuleiro. Oriente-os a anotar as ideias em um papel ou quadro. Circule pela sala para mediar conflitos e ajudar grupos que possam apresentar dificuldades iniciais, oferecendo sugestões quando necessário. Quanto à avaliação, observe a participação ativa dos alunos e anote quem está engajado ou precisa de estímulo.

    Momento 3: Desenvolvimento de Protótipos (Estimativa: 20 minutos)
    Peça aos grupos que utilizem materiais de papelaria, como cartolina, marcadores, lápis e papel, para começar a esboçar o protótipo de seus jogos. Encoraje a criatividade e o uso de diferentes técnicas para ilustrar ideias. Durante esse momento, é fundamental pressionar os alunos a aplicarem conceitos científicos aos componentes do jogo, como cartas que descrevem funções hormonais ou eventos no tabuleiro relacionados à puberdade. Avalie o progresso de acordo com a aplicação correta dos conteúdos científicos. Permita que os alunos apresentem qualquer dúvida científica que possa surgir.

    Momento 4: Revisão de Regras e Organização (Estimativa: 5 minutos)
    Reserve os minutos finais para que os grupos revisem suas anotações e esbocem as regras fundamentais do jogo. Peça que eles discutam aspectos que podem ser melhorados e confirmem se os conceitos estão claros e corretos. Incentive-os a pensar em como poderiam testar suas ideias na próxima aula. É importante que você ofereça um feedback imediato e construtivo, destacando aspectos positivos e incentivando melhorias.

  • Aula 2: Teste de jogos e feedback entre pares.
  • Momento 1: Preparação para o Teste de Jogos (Estimativa: 10 minutos)
    Inicie a aula revisando brevemente os conceitos científicos abordados na criação dos jogos para reforçar a aprendizagem. Peça aos alunos que organizem suas mesas, disponham os materiais, e preparem seus jogos para a sessão de teste. Atribua um grupo diferente para cada jogo a ser testado e explique que os alunos deverão anotar suas impressões sobre o jogo que irão testar, considerando fatores como clareza das regras, envolvimento educativo e diversão. É importante que os grupos compreendam as diretrizes de feedback construtivo.

    Momento 2: Teste dos Jogos Criados (Estimativa: 20 minutos)
    Permita aos grupos o tempo necessário para testarem, pelo menos, dois jogos criados por seus pares. Encorage-os a participar ativamente e respeitar as diretrizes definidas, garantindo que o feedback seja fornecido ao final de cada sessão. Observe como os alunos interagem e lidam com as regras, e ofereça orientação caso surjam dúvidas ou mal-entendidos. Valorize a criatividade e a lógica aplicada ao jogo, observando como os conceitos de puberdade são expostos de forma lúdica e educativa.

    Momento 3: Discussão e Avaliação do Jogo (Estimativa: 15 minutos)
    Reúna a turma e solicite que cada grupo compartilhe suas impressões sobre os jogos testados, destacando pontos positivos e sugestões de melhorias. Facilite uma discussão coletiva onde cada aluno tem a oportunidade de expressar suas opiniões e aprender com os outros. Assegure-se de que o feedback seja recebido de forma construtiva. Utilize essa oportunidade para reforçar conceitos científicos e promover a reflexão crítica sobre as atividades. Avalie a participação de cada aluno, incentivando todos a contribuírem na troca de ideias e experiências.

    Momento 4: Encerramento e Reflexão (Estimativa: 5 minutos)
    Conclua a aula pedindo aos alunos que reflitam sobre o processo de criação e teste dos jogos. Incentive-os a pensar no que aprenderam sobre a puberdade e nos desafios enfrentados ao aplicar conceitos científicos numa atividade prática. Agradeça a participação e empenho de todos, destacando os aspectos positivos observados ao longo da atividade. É um momento para celebrar o trabalho coletivo e reforçar a importância da cooperação e do aprendizado contínuo.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    É essencial promover um ambiente de aprendizagem inclusivo e acessível para todos os alunos. Durante os testes de jogos, configure grupos de forma que alunos com diferentes habilidades trabalhem juntos, promovendo uma troca rica de experiências e pontos de vista. Certifique-se de que as instruções sejam claras e visíveis, utilizando recursos audiovisuais, se necessário, para alunos que requerem métodos alternativos de aprendizado. Esteja atento e ofereça suporte adicional para aqueles que possam precisar de ajuda na leitura das regras ou compreensão dos conceitos. Lembre-se de que a inclusão é um esforço coletivo e que todas as turmas se beneficiam ao aceitar e apoiar a diversidade de habilidades.

Avaliação

O processo de avaliação da atividade é diversificado e adaptável, reconhecendo a natureza prática e colaborativa do plano. Uma possibilidade é a avaliação formativa contínua, onde o professor observa a interação e o envolvimento dos alunos com a atividade, avaliando seu progresso e colaboração em grupo. O feedback construtivo serve como um valioso indicador do entendimento dos alunos e da aplicação prática dos conceitos. Além disso, uma avaliação sumativa pode ser aplicada com base no produto final - o jogo desenvolvido -, considerando originalidade, precisão científica e aplicabilidade das regras. Para proporcionar um exame inclusivo e ético, é vital que os critérios de avaliação sejam ajustáveis às necessidades dos alunos, garantindo que todos tenham a oportunidade de demonstrar plenamente suas habilidades. Por fim, o uso de autoavaliação e avaliação pelos pares pode ser particularmente eficiente, permitindo aos alunos refletirem criticamente sobre seu próprio desempenho e o de seus colegas, promovendo um ambiente de aprendizagem mais autônomo e responsável.

  • Observação do processo de desenvolvimento do jogo.
  • Avaliação do produto final com base em critérios específicos.
  • Uso de autoavaliação e feedback entre pares.

Materiais e ferramentas:

Os recursos necessários para a realização da atividade são escolhidos com o objetivo de serem acessíveis e promoverem uma aprendizagem eficaz. Materiais como papel, lápis, cartolina e marcadores são necessários para o esboço e elaboração dos jogos de tabuleiro. Recursos digitais, como tablets ou computadores, podem ser úteis para pesquisas adicionais sobre o conteúdo científico. Além disso, o espaço físico da sala de aula deve ser organizado de modo que facilite o trabalho em grupo, com possibilidade de rearranjo para otimizar a interação entre os alunos. O acesso a bibliotecas virtuais ou físicas pode enriquecer a pesquisa e oferecer informações adicionais sobre os hormônios e suas funções. Desta forma, os materiais e recursos são cuidadosamente selecionados para garantir que a atividade seja inclusiva, prática e suscetível de adaptação às realidades da escola.

  • Materiais de papelaria: papel, lápis, cartolina, marcadores.
  • Recursos digitais: tablets ou computadores para pesquisa.
  • Espaço flexível para trabalho colaborativo.

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que a inclusão e a acessibilidade são elementos essenciais para uma educação equitativa e de qualidade, e reconhecemos os desafios enfrentados pelos professores para atingir esses objetivos sem onerar suas já sobrecarregadas tarefas. Portanto, as estratégias sugeridas são práticas, de baixo custo e eficientes. Embora a turma não possua alunos com necessidades específicas, é sempre importante estar preparado para adaptar atividades de acordo com a diversidade do grupo. Promover a utilização de jogos com diferentes níveis de complexidade e variantes nas regras pode acomodar variados estilos de aprendizagem e incentivar a inclusão. Incentivar a participação ativa e garantir que todos os alunos tenham voz nas discussões pode promover um ambiente de aprendizado mais inclusivo. Práticas de comunicação clara e feedback frequente ajudam a envolver todos os alunos, criando um espaço seguro onde eles se sintam confortáveis para expressar suas opiniões e dificuldades. Essas práticas asseguram que todos os alunos participem e aprendam, promovendo um ambiente equitativo e respeitoso.

  • Utilização de jogos com diferentes níveis de complexidade.
  • Comunicação clara e feedback constante.
  • Incentivo à participação ativa e discussão aberta.

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