Esta atividade prática tem como objetivo principal possibilitar que os alunos do 6º ano compreendam a esfericidade da Terra por meio da observação direta e da experimentação prática. Na primeira aula, o foco será na observação do horizonte em um local elevado durante uma saída de campo, onde os alunos poderão perceber indícios da curvatura terrestre através da prática de observação. Os estudantes serão orientados a registrar suas percepções de forma detalhada em um diário de campo. Na segunda aula, a sala de aula se transformará em um ateliê de aprendizagem, onde os alunos aplicarão seus aprendizados construindo maquetes do sistema solar. Tal atividade prática visa destacar o formato esférico dos planetas, especialmente enfatizando a figura da Terra, permitindo que os alunos façam conexões entre o mundo real e o conhecimento teórico adquirido. A atividade segue uma abordagem interdisciplinar, integrando Ciências Naturais com habilidades de escrita e análise matemática através do entendimento geométrico dos planetas.
Os objetivos de aprendizagem desta atividade são fomentar o entendimento prático e teórico dos alunos a respeito da esfericidade da Terra e de outros planetas do sistema solar. Essa atividade busca desenvolver a capacidade de análise crítica ao relacionar observações do mundo real com conceitos científicos, promovendo também a habilidade de registro e interpretação de dados baseados em experiências diretas. Alinhada às diretrizes da BNCC, a atividade incentiva a capacidade dos alunos de selecionar e justificar argumentos com base em evidências visuais e práticas observadas durante as aulas, promovendo um aprendizado interativo e colaborativo.
O conteúdo programático desta atividade está fundamentado em conceitos básicos de astronomia e geografia, proporcionando aos alunos uma compreensão ampla sobre o formato esférico dos planetas e a esfericidade da Terra. A proposta envolve atividades práticas que se conectam diretamente com a vida cotidiana dos estudantes, promovendo a relação entre a observação do horizonte e a física básica relacionada aos corpos celestes. Além disso, a atividade inclui o trabalho com maquetes, que além de consolidar a aprendizagem de conteúdo científico, envolve o desenvolvimento de habilidades manuais e a capacidade de interpretar modelos tridimensionais.
A metodologia desta atividade é centrada em metodologias ativas de aprendizagem, com foco na saída de campo e na atividade de mão-na-massa. A saída de campo proporciona a observação direta e envolve os alunos na coleta de dados reais, gerando um ambiente de aprendizagem contextualizado e relevante. Posteriormente, a construção de maquetes serve como um ambiente interativo e colaborativo de experimentação, onde os alunos trabalham juntos para consolidar conceitos através do uso de ferramentas e técnicas práticas. Este método promove o engajamento dos alunos, estimula a curiosidade e reforça a importância da aprendizagem prática e colaborativa.
O cronograma da atividade foi planejado para se articular em duas aulas de 60 minutos cada, permitindo tempo adequado para observação, experimentação e discussão. Na primeira aula, a saída de campo será realizada em um local seguro e elevado, possibilitando uma observação detalhada do horizonte, seguida por uma sessão de registro das percepções. Na segunda aula, os alunos voltarão à sala para uma atividade prática de construção de maquetes. O tempo será dedicado a orientar, auxiliar e discutir as descobertas e desafios enfrentados, garantindo que os conceitos científicos sejam plenamente explorados e compreendidos.
Momento 1: Introdução e Preparação para a Saída de Campo (Estimativa: 15 minutos)
Inicie a aula apresentando aos alunos o objetivo da saída de campo: observar indícios da curvatura da Terra a partir de um local elevado. Descreva a importância da observação direta para a compreensão da esfericidade terrestre. Distribua estacas e binóculos aos alunos, explicando como utilizá-los durante a observação. Oriente os alunos a prepararem seus diários de campo, explicando como registrar suas observações e percepções de maneira detalhada. É importante que crie um ambiente de curiosidade e expectativa nos alunos.
Momento 2: Saída de Campo e Observação Ativa (Estimativa: 25 minutos)
Conduza os alunos até o local elevado selecionado previamente. Instrua-os a realizarem observações utilizando os binóculos e a buscarem o horizonte, atentando para detalhes que possam sugerir a curvatura da Terra. Permita que os alunos discutam entre si o que estão observando e anotem suas impressões. Incentive a colaboração e o debate saudável entre eles para enriquecer o processo de aprendizado. Durante a observação, circule pelo grupo, ofereça orientações pontuais e estimule aqueles que apresentarem dificuldades em perceber os indícios visuais.
Momento 3: Discussão Coletiva e Registro das Observações (Estimativa: 20 minutos)
Reúna os alunos em um círculo no local de observação ou em um espaço aberto próximo. Inicie uma discussão coletiva solicitando que compartilhem suas observações e percepções. Incentive cada aluno a apresentar ao menos uma evidência observada. Avalie o entendimento dos alunos fazendo perguntas que estimulem a análise crítica e a interpretação dos dados coletados. Oriente para que finalizem o registro em seus diários de campo, destacando as evidências mais relevantes observadas. Lembre-se de trazer para a discussão a importância de fundamentar argumentos em evidências práticas.
A avaliação será diversificada e composta por métodos formativos e somativos, permitindo uma análise abrangente do aprendizado. O objetivo da avaliação é verificar a compreensão dos conceitos de esfericidade terrestre e o engajamento dos alunos nas atividades práticas. Os critérios incluirão a qualidade dos registros feitos durante a saída de campo, a precisão e criatividade das maquetes construídas, e a habilidade em argumentar sobre as evidências observadas. Exemplo prático: após a construção das maquetes, os alunos apresentarão seus modelos para a turma, explicando as escolhas feitas e as observações registradas, recebendo feedback formativo individualizado para incentivar a reflexão e o aprimoramento contínuo. O feedback será estruturado para respeitar a diversidade do grupo, adaptando-se a diferentes estilos de apresentação e níveis de competência dos alunos.
Os materiais e recursos planejados para esta atividade incluem tanto ferramentas tradicionais quanto tecnológicas para enriquecer a experiência de aprendizagem. As estacas no campo, binóculos e cadernos de notas facilitarão a observação de campo, enquanto materiais como argila, tintas e ferramentas de modelagem serão essenciais para a construção das maquetes. Recursos tecnológicos, como aplicativos de astronomia em dispositivos móveis, também podem ser utilizados para estimular o interesse e aprofundar o conhecimento dos alunos no tema. Tais recursos têm a intenção de garantir um aprendizado envolvente, sustentado pela imaginação e pelo trabalho colaborativo.
Entendemos que a carga de trabalho dos professores já é intensa, mas proporcionar um ambiente inclusivo e acessível é essencial para o sucesso de todos os alunos. Estratégias práticas e de baixo custo foram pensadas, como a organização dos alunos em grupos colaborativos que permitam interaction entre pares com habilidades diversas, promovendo a troca de conhecimentos. Para garantir que todos os alunos estejam engajados, os materiais utilizados nas atividades serão adaptáveis, como a opção de usar materiais sensoriais diferentes, caso necessário. Além disso, a comunicação visual será reforçada, por meio de instruções claras e ilustrações, assegurando que todos os alunos tenham acesso às informações de forma equitativa. A observação contínua pelo professor será fundamental para oferecer suporte individualizado sempre que necessário, e momentos de intervenção estarão previstos para garantir que todos os alunos progridam juntos.
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