Coreografia da Vida Real

Desenvolvida por: Ana Cl… (com assistência da tecnologia Profy)
Área do Conhecimento/Disciplinas: Artes
Temática: Dança – Interpretação do Cotidiano através da Coreografia

Nesta atividade, os alunos do 7º ano criarão uma coreografia inspirada em situações do cotidiano. A atividade visa promover a expressão artística e a criatividade dos alunos por meio da dança, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades colaborativas e comunicativas. Os grupos de alunos escolherão um tema do dia a dia, como uma manhã em casa ou atividades após a escola, e desenvolverão uma sequência de movimentos que representem os momentos selecionados. A atividade incentivará os alunos a dialogarem entre si para discutir suas ideias, promover o respeito pelas contribuições de cada membro do grupo e buscar uma expressão corporal que seja tanto artística quanto representativa das suas vivências. A culminação do projeto será uma apresentação compartilhada com a turma, oferecendo a oportunidade de apreciação crítica e construtiva pelas apresentações de seus pares. Esta atividade integra a aprendizagem artística com o desenvolvimento das competências sociais, necessárias para um completo desenvolvimento educacional e humano.

Objetivos de Aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem desta atividade destacam a importância de integrar expressão artística com o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e cognitivas relevantes para alunos do 7º ano. Durante o processo criativo, os alunos terão a oportunidade de analisar e expressar suas interpretações do cotidiano por meio da dança, exercitando a capacidade de traduzir complexos conceitos e emoções em linguagem corporal e rítmica. Ao colaborarem em grupo, os alunos desenvolverão competências de liderança, negociação, inclusão e respeito à diversidade de ideias, que são essenciais para sua formação cidadã. Através destas experiências, os estudantes não apenas enriquecerão suas aptidões artísticas, mas também aprenderão a aceitar e celebrar as diferentes formas de expressão e percepção dos colegas.

  • Promover a criatividade e expressão pessoal através da dança.
  • Desenvolver habilidades de trabalho colaborativo e comunicação eficaz.
  • Fomentar o respeito pelas diferentes expressões culturais e individuais.
  • Cultivar a capacidade de análisar e interpretar situações cotidianas de maneira criativa.

Habilidades Específicas BNCC

  • EF69AR19: Identificar e experimentar a dança como forma de expressão individual e coletiva em diversos contextos.
  • EF69AR22: Planejar e realizar apresentações artísticas de forma colaborativa.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático da atividade 'Coreografia da Vida Real' está centrado em proporcionar aos alunos a experiência de transformar rotinas cotidianas em movimento artístico, promovendo simultaneamente aprendizagens no campo das artes e no desenvolvimento interpessoal. Os alunos aprenderão conceitos básicos de movimento e coordenação motora, além de estratégias criativas para o desenvolvimento de performances que comuniquem narrativas significativas. Esta atividade exige que os estudantes se envolvam com a análise de contextos do cotidiano, identificando elementos que podem ser convertidos em expressão corporal através da dança. Por outro lado, o trabalho em grupo amplifica a necessidade de praticar habilidades sociais como colaboração, negociação e liderança, essenciais na construção coletiva das coreografias.

  • Conceitos básicos de movimento e coordenação motora.
  • Criação e desenvolvimento de narrativas coreográficas.
  • Expressão artística através da dança.
  • Colaboração e comunicação em grupos.
  • Apresentação e apreciação crítica de performances.

Metodologia

A metodologia desta atividade se baseia em abordagens interativas e colaborativas, considerando as especificidades cognitivas e sociais dos alunos do 7º ano. Começaremos com a divisão da turma em pequenos grupos, para incentivar a participação ativa e o desenvolvimento das competências sociais. Cada grupo escolherá um tema do cotidiano que deseja representar e iniciará o processo criativo de forma colaborativa, fomentando a discussão de ideias e a experimentação de diferentes movimentos. O professor atuará como facilitador, oferecendo suporte quando necessário, mas incentivando a autonomia dos grupos no planejamento e execução de suas propostas. A atividade culminará em uma apresentação para os colegas, seguida por uma sessão de feedback mútuo, promovendo a reflexão e apreciação dos processos criativos alheios.

  • Trabalho em grupo para desenvolver habilidades colaborativas.
  • Discussão e exames de ideias para criar coreografias.
  • Experimentação prática de movimentos e sequências de dança.
  • Apresentação das coreografias para a turma.
  • Feedback mútuo e análise crítica das apresentações.

Aulas e Sequências Didáticas

A atividade será desenvolvida em uma única aula de 60 minutos, dividida em fases para assegurar o engajamento e a produtividade dos alunos. A aula começará com uma breve introdução e contextualização do conceito de transformar cotidianos em dança. Em seguida, os alunos formarão grupos e escolherão um tema para trabalhar. O tempo principal da aula será dedicado ao desenvolvimento das coreografias pelos grupos, permitindo que experimentem movimentos e organizem suas sequências. No final do encontro, as apresentações ocorrerão, seguidas de uma apreciação crítica conjunta, onde se dará destaque ao respeito, à inclusão e à escuta ativa.

  • Aula 1: Introdução e contextualização; Formação de grupos e escolha do tema; Desenvolvimento da coreografia em grupo; Apresentações das coreografias; Apreciação e feedback
  • Momento 1: Introdução e Contextualização (Estimativa: 10 minutos)
    Comece a aula com uma breve introdução à atividade, explicando aos alunos a importância da expressão artística e da criatividade através da dança. Descreva como a dança pode ser inspirada em eventos cotidianos e mencione exemplos simples como tomar café da manhã ou esperar o ônibus. É importante que os alunos entendam que não há movimento certo ou errado, mas sim formas diferentes de expressão.

    Momento 2: Formação de Grupos e Escolha do Tema (Estimativa: 10 minutos)
    Divida a turma em grupos de 4 a 5 alunos. Permita que cada grupo escolha um tema do cotidiano para representar em sua coreografia. Circule pela sala, oferecendo sugestões para aqueles que possam estar indecisos. Observe se todos os alunos estão participando na escolha e incentive a inclusão de diferentes ideias no tema escolhido.

    Momento 3: Desenvolvimento da Coreografia em Grupo (Estimativa: 20 minutos)
    Oriente os grupos a iniciar o desenvolvimento de suas coreografias, discutindo quais movimentos irão representar cada parte do tema escolhido. É importante que todos tenham a chance de contribuir. Atue como facilitador, ajudando os grupos a coordenar os tempos e a integrar as ideias de todos os membros do grupo. Sugira que anotem as sequências para não esquecerem. Avalie informalmente a participação e colaboração de cada aluno, buscando intervenções positivas para incentivar os que estão mais retraídos.

    Momento 4: Apresentações das Coreografias (Estimativa: 15 minutos)
    Cada grupo deve apresentar sua coreografia para a turma. Incentive os alunos a observarem as apresentações dos outros grupos, anotando aspectos que acharam interessantes ou que podem ser melhorados. Avalie a expressão, originalidade e clareza ao representar o tema.

    Momento 5: Apreciação e Feedback (Estimativa: 5 minutos)
    Abra um espaço para que os alunos expressem suas opiniões sobre as apresentações que assistiram. Incentive o uso de feedback construtivo, perguntando o que apreciaram e o que poderia ser aprimorado nas coreografias. Estimule um ambiente de respeito e apoio, onde cada aluno se sinta seguro para compartilhar suas perspectivas.

    Estratégias de inclusão e acessibilidade:
    Ainda que não haja alunos com condições específicas identificadas, mantenha a inclusão como prioridade. Ofereça suporte extra para aqueles que possam ter dificuldades em se expressar ou se movimentar de maneira confiável. Permita que alunos mais tímidos assumam papéis que não envolvam a realização de movimentos, como a coordenação das sequências ou condução do feedback do grupo. Esteja disponível para adaptar os movimentos conforme necessário, e garanta que todos tenham a oportunidade de contribuir em seu próprio ritmo. Lembre-se, é fundamental celebrar e valorizar a diversidade de habilidades e formas de expressão de cada aluno.

Avaliação

A avaliação desta atividade será baseada em um processo formativo que considera a expressão artística, a capacidade de colaboração em equipe, e a habilidade de traduzir cenas do cotidiano em movimentos de dança. Os alunos serão avaliados pelo empenho na participação durante a criação e apresentação, assim como pela sua contribuição para a dinâmica de grupo. A rubrica de avaliação englobará critérios como originalidade, clareza na expressão do tema, cooperação, e respeito aos colegas. Exemplos de aplicação podem incluir a observação do envolvimento de cada aluno durante o desenvolvimento das sequências e o uso de feedback formativo detalhado ao final das apresentações, possibilitando uma reflexão sobre os próprios processos e estratégias.

  • Participação ativa na criação e execução das coreografias.
  • Colaboração e cooperação dentro dos grupos.
  • Originalidade e clareza na expressão coreográfica do tema escolhido.
  • Capacidade de dar e receber feedback construtivo.

Materiais e ferramentas:

Para a realização da atividade serão necessários alguns recursos simples que facilitarão a criação e a apresentação das coreografias pelos alunos. Isso inclui um espaço adequado para movimentação livre, como uma sala ampla ou um pátio. Dependerá ainda da disponibilidade de um sistema de som para tocar música de fundo, que ajudará a marcar o ritmo das coreografias. Os alunos poderão trazer figurinos simples ou adereços que ajudem a representar melhor o tema escolhido, ampliando a expressividade do movimento. Tais recursos são acessíveis, criam um ambiente de aprendizado envolvente, e garantem que os alunos se conectem profundamente com o conteúdo enquanto desenvolvem suas sequências.

  • Espaço amplo para movimentação.
  • Sistema de som para músicas de fundo.
  • Acessórios ou figurinos opcionais.
  • Materiais para anotação (papel e caneta).

Inclusão e acessibilidade

Sabemos que implementar estratégias de inclusão e acessibilidade requer tempo e dedicação por parte do docente, mas é imprescindível garantir que todos os estudantes participem de maneira equitativa e respeitosa. Para esta atividade, mesmo na ausência de alunos com condições específicas, é importante adotar práticas inclusivas, como a promoção ativa de um ambiente acolhedor e o encorajamento do respeito às diferentes formas de expressão. Recomenda-se criar oportunidades para que alunos mais tímidos ou hesitantes possam sentir-se seguros em partilhar suas ideias, talvez começando por um papel menor no grupo e incrementando suas responsabilidades conforme ganhem confiança. Além disso, incentivar a comunicação aberta, oferecendo suporte para que todos se sintam ouvidos e valorizados, contribui para um ambiente pedagógico que honra a diversidade e a inclusão.

  • Promover um ambiente acolhedor e seguro para todas as expressões.
  • Encorajar alunos mais tímidos com papéis iniciais menores e progressivamente maiores.
  • Fomentar a comunicação aberta e respeitosa.
  • Valorizar a diversidade de ideias e expressões no grupo.

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